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Comércio discute protocolos na expectativa por avanço no Plano São Paulo

Os estabelecimentos, quando puderem reabrir as portas, precisam do certificado impresso, no qual assumem o compromisso de seguir as regras de saúde para evitar a disseminação do coronavírus.

As demandas do comércio de rua, shoppings centers, bares, restaurantes e outros setores produtivos de Campinas foram apresentadas durante transmissão ao vivo nesta quinta-feira, dia 6 de agosto, pelo prefeito, Jonas Donizette, para quando Campinas avançar para a fase amarela do Plano São Paulo. A decisão de mudança de fase ainda depende de nova classificação do Plano, que será anunciada amanhã pelo Governo do Estado.

Quando Campinas passar para a nova fase, o comércio terá o horário ampliado de quatro horas para seis horas e a capacidade de atendimento de 20% para 40%. A fase amarela também agrega os bares, restaurantes e similares (padarias/pizzarias) e salões de beleza e academias, que poderão abrir gradativamente para o atendimento presencial.

O prefeito enfatizou o rigor técnico dos protocolos de reabertura segura das atividades, se confirmado nesta sexta-feira, 7 de agosto, o avanço da cidade para a fase amarela do Plano São Paulo. Jonas Donizette voltou a pedir aos comerciantes que façam a Declaração de Estabelecimento Responsável, com recomendações do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa), da Secretaria Municipal de Saúde.

O objetivo é que os estabelecimentos, quando puderem reabrir as portas, tenham o certificado impresso, no qual assumem o compromisso de seguir as regras de saúde para evitar a disseminação do coronavírus. “Vai dar segurança para você (comerciante) e para seus clientes. Esse certificado é importante por dois motivos: para você mostrar a sua consciência e para seus clientes se sentirem mais seguros”, ressaltou o prefeito.

A declaração está disponível no portal da Prefeitura de Campinas https://covid-19.campinas.sp.gov.br/.

Expectativas

A secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Social e de Turismo, Alexandra Caprioli, disse ao prefeito que o comércio ansia há muito por esse possível avanço para a fase amarela. Nas interlocuções com os comerciantes, segundo ela, eles se mostram muito preocupados em dar a parcela deles de contribuição para uma retomada segura.

Alexandra Caprioli explicou que, na fase amarela, o comércio de rua passa a funcionar de 4 horas para 6 horas: das 10h às 16h, de segunda a sexta-feira, e das 9h às 15h aos finais de semana. No caso dos shoppings, a determinação na fase amarela é que o horário seja ampliado também para 6 horas.

No entanto, segundo Alexandra, os shoppings querem um “descasamento de horários”. “Porque há shoppings que atuam em segmentos distintos e querem fazer horários diferentes”, explicou. Ela entregou as propostas para avaliação do Comitê Municipal de Enfrentamento da Pandemia de Infecção Humana pelo novo Coronavírus (Covid-19).

A secretária explicou que, na fase amarela, os bares e restaurantes e similares (padarias e pizzarias) que hoje podem atender em sistema drive-thru e delivery, poderão abrir seis horas diárias com atendimento presencial, seguindo os protocolos do setor.

Ela mencionou que também está em contato com os sindicatos e associação dos salões de beleza, barbearias, clínicas de estéticas e manicure (esmalteria). Na fase amarela, eles poderão retomar a atividade. O mesmo vale para academias de esportes. “Isso dará um respiro na atividade econômica”, acrescentou Caprioli.

Todas essas categorias terão que seguir protocolo que traz as medidas sanitárias para evitar a contaminação do novo coronavírus. “Toda essa abertura vem acompanhada de uma responsabilidade enorme de todos os estabelecimentos que deverão fazer isso de forma ordenada e seguindo as normas do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa), da Secretaria Municipal de Saúde”, concluiu a secretária.

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