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General diz que “não tem cabimento colocar militares no INSS”

O general foi comandante das forças da ONU no Haiti e no Congo, Secretário Nacional de Segurança Pública e ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência do Brasil.

Um dos nomes mais respeitados do Exército, o ex-ministro da Secretaria de Governo de Jair Bolsonaro,  o general Carlos Alberto dos Santos Cruz, criticou a decisão do governo em  convocar militares da reserva para repor mão de obra no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

“Colocar militares para qualquer coisa é simplismo, falta de capacidade administrativa”, disse em seu  twitter.

Ainda, segundo o ex- ministro , a medida  não tem cabimento.  “Os funcionários do INSS sabem dar as ideias para a solução. Tem que valorizar a instituição e as soluções irão aparecer. É obrigação valorizar as instituições”, completou o general em seu twitter.

A decisão de Bolsonaro de convocar 7 mil militares ao custo de R$ 14, 5 milhões ao mês para repor mão de obra que deveria ser qualificada para acabar com os atrasos de quase 3 milhões de concessões de benefícios, deflagrou uma onda de críticas entre servidores federais dentro e fora do INSS. Categorias cogitam ir à Justiça contra a medida e defendem que o Executivo contrate de forma temporária servidores do INSS já aposentados, além de fazer novos concursos para reforçar o corpo técnico de forma permanente.

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