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Filme: “Cinquenta Tons Mais Escuros”

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“Cinquenta Tons Mais Escuros”, segundo de três filmes baseados nos livros de E.L. James, estreia nos cinemas nesta quinta (9/2). Na continuação de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015), o erotismo divide espaço com o suspense.

Mas outras coisas também mudaram na franquia erótica: novo diretor (James Foley), roteiros de Niall Leonard, marido da escritora, e uma personagem que rodeia o casalzinho Anastasia (Dakota Johnson) e Christian Grey (Jamie Dornan).

Veja o que mudou em “Cinquenta Tons Mais Escuros” em relação a “Cinquenta Tons de Cinza:

Novo diretor: James Foley no lugar de Sam Taylor-Johnson
Conhecido por “O Sucesso a Qualquer Preço” (1992) e episódios de “House of Cards”, James Foley assumiu a franquia com a tarefa de melhorar os ruídos do primeiro filme, dirigido por Sam-Taylor Johnson.

Tanto que o produtor Michael De Luca, responsável pelas adaptações dos livros, contratou Foley para rodar simultaneamente “Cinquenta Tons Mais Escuros” e “Cinquenta Tons de Liberdade” (estreia em 8 de fevereiro de 2018). Uma maneira de aparar as arestas de “Cinza”, como a química mal resolvida entre os personagens principais.

Apesar de ter arrecadado US$ 571 milhões no mundo todo, “Cinquenta Tons de Cinza” sofreu bombardeio dos críticos e virou alvo de chacota no Framboesa de Ouro, em que dividiu o prêmio de pior filme com “Quarteto Fantástico”. Teve respiro com a indicação de “Earned It” (The Weeknd) ao Oscar de melhor canção.

Niall Leonard, marido de E.L. James, como roteirista
Outro ajuste importante foi feito em relação ao primeiro filme: a troca de roteirista, responsável direto por verter os livros da britânica E.L. James em narrativa de cinema.

Kelly Marcel (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”) dá lugar a Niall Leonard, simplesmente o marido da autora de “Cinquenta Tons”. Ele não é lá muito conhecido na indústria de cinema, mas acumula vários créditos como roteirista em séries inglesas.

Kim Basinger: o retorno ao mainstream
A separação tumultuada de Alec Baldwin e os problemas financeiros tiraram Kim Basinger do mainstream de Hollywood. Aos 63 anos, a vencedora do Oscar por “Los Angeles: Cidade Proibida” (1997) volta a interpretar papéis populares, o que não fazia desde “8 Mile” (2002).

Ela apareceu na comédia de ação “Dois Caras Legais” e, agora, vive Elena Lincoln na franquia “Cinquenta Tons”. A personagem é fundamental para entender Grey: parceira de negócios e uma ex-amante que introduziu o figurão ao sadomasoquismo.

Vale lembrar que Kim Basinger surgiu encarnando personas sensuais nos anos 1980: a Bond girl de “007 – Nunca Mais Outra Vez” e uma jovem envolvida em jogos eróticos no romance “9 1/2 Semanas de Amor” (1986).

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