quarta-feira , 24 abril 2019
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Comitiva de Bolsonaro é recebida na Suíça com laranjas

Mais cedo, um grupo de manifestantes protestou nas ruas de Davos com cartazes repudiando a presença de Bolsonaro e do líder israelense Benjamin Netanyahu. 

Um grupo de brasileiras e brasileiros, suíças e suíços, organizou uma recepção para o Presidente Bolsonaro em sua chegada à Zurique, Suíça. Diante da impossibilidade de obter a tempo uma autorização para realizar uma grande manifestação em Zurique, autorização necessária para evitar problemas com a polícia local, os ativistas brasileiros e suíços encontraram uma maneira elegante e bem-humorada de receber o Presidente Bolsonaro em Zurique como ele merece. 

O grupo, cada um com uma laranja, posicionou-se em frente ao Hotel onde o Presidente Bolsonaro e a delegação brasileira se hospedam hoje em Zurique, de onde seguem amanhã para Davos onde se realiza o Fórum Econômico Mundial. O grupo contou com a presença de um representante do movimento dos “coletes amarelos” da França. 

Uma bela cesta, contendo laranjas e um cartão de boas-vindas em nome do grupo, onde se lamenta a ausência de Fabrício Queiroz na viagem à Suíça, foi entregue à recepção do hotel para que a repassem ao Presidente e sua comitiva.

Esta ação aconteceu às 16h (horário local, 13h horário de Brasília), logo após a chegada do Presidente ao hotel.

Mais cedo, um grupo de manifestantes protestou nas ruas de Davos com cartazes repudiando a presença de Bolsonaro e do líder israelense Benjamin Netanyahu. 

Sem coletiva

Jornalistas de vários países têm questionado a imprensa brasileira sobre o motivo pelo qual o presidente da República, Jair Bolsonaro, não dará a tradicional entrevista coletiva que costumam conceder chefes de Estado e de governo quando participam do Fórum Econômico Mundial. O presidente empossado em 1o. de janeiro faz da participação no evento voltado para a elite financeira nos Alpes suíços sua primeira aparição internacional. Davos será, portanto, uma vitrine de Bolsonaro para o mundo.

Ao chegar a seu hotel no vilarejo conhecido por sua estação de esqui, ele evitou a imprensa, entrando em seu hotel pela garagem. Minutos depois, no entanto, desceu ao hall do hotel em que está hospedado e deu uma breve entrevista.

Erros de tradução

A rápida entrevista de corredor concedida por Bolsonaro em Davos foi traduzida para o inglês pelo governo brasileiro. Erros grotescos foram cometidos. Aparentemente, quiseram economizar com um profissional de tradução e utilizaram o Google Tradutor. Por exemplo, “voltem a florescer” foi traduzido como “come back to bloom”. O correto seria “to bloom again”.

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