segunda-feira , 16 dezembro 2019
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Invasores da embaixada da Venezuela saem pelas portas do fundos

internautas perguntam se o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) será responsabilizado por ter apoiado a invasão por simpatizantes de Juan Guaidó, autoproclamado presidente da Venezuela, contra o governo de Nicolás Maduro

A saída de invasores da embaixada da Venezuela, no final da tarde desta quarta-feira (13), foi comemorada pelos representantes dos trabalhadores e partidos de oposição, que promoveram resistência ao longo do dia na frente do prédio, em Brasília. Segundo relatos, os invasores deixaram o local pelos fundos por volta de 17h30. Vídeos postados nas redes sociais mostraram a saída.

Enquanto isso, muitos internautas perguntam se o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) será responsabilizado por ter apoiado a invasão por simpatizantes de Juan Guaidó, autoproclamado presidente da Venezuela, contra o governo de Nicolás Maduro. O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, ironizou o apoio do deputado filho do presidente Jair Bolsonaro à invasão. “Depois dizem que eu sou o invasor…”, postou no Twitter.

Segundo a rádio CBN, no momento da desocupação houve um princípio de tumulto. A Polícia Militar agiu com spray de pimenta contra os manifestantes que defendiam a democracia, contra a invasão. Ainda segundo a emissora, a PM informou que os invasores “decidiram” deixar o prédio depois da manifestação de Jair Bolsonaro contra esse ato. Mas o chanceler da Venezuela, Jorge Arreaza, criticou o governo brasileiro e exigiu respeito à Convenção de Viena, que protege as missões diplomáticas.

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