quarta-feira , 21 agosto 2019
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Novo governo de Bolsonaro toma 17 medidas que prejudicam o brasileiro

Presidente da extrema-direita deixa claro que não governará para os pobres

 

No primeiro dia de governo, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) toma medidas que pode afetar a população mais carente do Brasil. O projeto de governo com 17 medidas podem agravar ainda mais a crise iniciada após o impeachment de 2016 e aumentar a violência contra pobres, negros e das minorias.

 

Confira as 17 medidas de Bolsonaro:

1) Redução do salário mínimo aprovado pelo Congresso;

2) Extinção da Secretaria da Diversidade, Alfabetização e Inclusão do MEC;

3) Proibição a Funai de demarcar áreas indígenas, que agora será feita pelo Ministério do Agronegócio;

4) Liberação a posse de armas e dar “direito” vitalício;

5) Vai impor a prisão de condenados em segunda instância, atropelando o STF;

6) Extinção dos ministérios do Trabalho, da Cultura, das Cidades, Esportes e Integração Racial; excluiu a população LGBTI das políticas públicas, que antes eram citados nas estruturas de Ministérios e Secretarias Especiais da Presidência;

7) Esvaziou a Comissão da Anistia;

8) Liberou as chefias do Itamaraty para nomeações políticas, quebrando uma tradição secular da diplomacia profissional brasileira;

9) Privatização da Eletrobras, apesar do veto do Congresso ao processo de capitalização da estatal;

10) Comprometeu-se com os EUA para atacar Venezuela, Cuba e Nicarágua;

11) Colocou a reforma contra os aposentados no topo da agenda de governo;

12) Confirmou a transferência da embaixada brasileira para Jerusalém,ofendendo a comunidade árabe;

13) Reprimiu seus próprios apoiadores na posse e censurou violentamente a cobertura da imprensa;

14) Anunciou demissão sumária de servidores que criticaram suas políticas em redes sociais privadas;

15) Esvaziou o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), que orienta o combate à fome e o Bolsa Família;

16) Acabou com o Conselho Nacional de Integração de Políticas de Transportes e tirou do Senado a aprovação dos diretores do DNIT;

17) Fez um acordão com os partidos políticos que ele tanto criticou, para que o PSL apoie a reeleição de Maia e ganhe cargos na Câmara.

Fonte: Agência PT de Notícias

 

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