segunda-feira , 16 setembro 2019
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Sem esperanças com Bolsonaro, povo hoje escolheria Haddad presidente

Segundo uma pesquisa do Datafolha, publicada nesta segunda-feira (2), se o segundo turno da eleição para presidente da República fosse neste momento, Haddad seria eleito com 42% dos votos, contra 36% de Bolsonaro.

Prestes a completar um ano, a disputa eleitoral de 2018 ainda reverbera de maneira espantosa na avaliação dos brasileiros que foram às urnas sob contexto inédito na história do país. Influenciados pela produção em massa de fake news e impedidos de votar no franco favorito a vencer o pleito em todos os cenários, os eleitores que optaram por Jair Bolsonaro (PSL) demonstram profundo arrependimento diante do trágico cenário político em curso.

As consequências dos catastróficos oito primeiros meses do atual governo são sintomáticas: dois dias depois da pesquisa Vox Populi revelar que, para 62% dos trabalhadores e trabalhadoras, durante os governos de Lula havia “melhores condições de vida: emprego, maior renda, menor inflação e acesso a bens”, outro levantamento deixou claro que o eleitor desavisado hoje optaria por Fernando Haddad em detrimento ao representante do neoliberalismo entreguista e subserviente.

Segundo uma pesquisa do Datafolha, publicada nesta segunda-feira (2), se o segundo turno da eleição para presidente da República fosse neste momento, Haddad seria eleito com 42% dos votos, contra 36% de Bolsonaro.

Mais do que mera avaliação hipotética, os dados revelados pelo instituto de pesquisa reiteram o profundo descontentamento da população com um governo que retira direitos a toque de caixa, descumpre a promessa de renovação na política lançando mão de práticas ultrapassadas, destrói a soberania nacional, a Amazônia,  e ataca violentamente adversários políticos, movimentos sociais, minorias, negros, índios e mulheres. Em suma, um quadro anticivilizatório por completo.

Tanto que, segundo a mesma pesquisa, a reprovação do presidente subiu de 33% para 38% em relação ao levantamento anterior do instituto, feito no início de julho, Mas não só. Ao avaliar ponto a ponto, a imagem do atual mandatário da República está em ruínas em diversos aspectos – 1/3 das 2.878 pessoas ouvidas, por exemplo, acham que a sua postura não condiz com a de um presidente.

Da Redação da Agência PT de Notícias, com informações da Folha de S. Paulo

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