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Distrito de Joaquim Egídio passa a ter Feira de Artesanato e Agroecologia

O público vai poder curtir um repertório selecionado de sambas que abordam as questões atuais e com o contexto histórico e cultural da cidade de Campinas e dos Distritos de Joaquim Egídio e Sousas.

 

 

Campinas passará a ter, a partir deste sábado, dia 16 de outubro, a Feira de Artesanato e Agroecologia de Joaquim Egídio. O novo espaço será inaugurado às 9h e terá, inicialmente, 30 expositores, que comercializarão artesanatos, doces, salgados, hortaliças e verduras produzidos no distrito. O horário de funcionamento será aos sábados e domingos, das 9h às 14h, na Praça Dom Agnelo Rossi. A iniciativa é da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

“O objetivo da feira é valorizar a arte, o artesanato de Joaquim Egídio, como produção associada ao Turismo. E tem a função de reforçar a identidade cultural do centro histórico do distrito, unindo-a à arte e ao artesanato local. A feira cria essa sinergia com o conjunto patrimonial, arquitetônico, cultural e histórico de Joaquim Egídio”, explica o diretor de Turismo, Eros Vizel.

A Feira de Artesanato e Agroecologia de Joaquim Egídio funcionará na Praça Dom Agnelo Rossi, em frente à Igreja São Joaquim e São Roque. No próximo sábado haverá música ao vivo, das 11h às 13h30, com o Grupo de Samba Pé de Jaca, formado em Joaquim Egídio por Décio Cesarini Jr. e Vitor Rodrigues. O grupo resgata a memória do Samba Paulista e traz em suas apresentações, músicas autorais e do bloco do distrito, o “Unidos da Tribo”.

O público vai poder curtir um repertório selecionado de sambas que abordam as questões atuais e com o contexto histórico e cultural da cidade de Campinas e dos Distritos de Joaquim Egídio e Sousas. O cavaquinista e cantor é Vítor Rodrigues; na percussão e voz, Décio Cesarini Jr.; e na percussão e voz, Julinho Silva.

 

Distrito de Joaquim Egídio

Joaquim Egídio começou a surgir no final do século 18, com o início da expansão da indústria cafeeira no interior de São Paulo, com a criação de grandes fazendas de café. Uma dessas propriedades, por exemplo, pertenceu a Joaquim Egídio de Sousa Aranha, também responsável pela criação de importantes ramais férreos, como a estação que leva o seu nome e que hoje conta com uma réplica construída nos anos 2000.

O Distrito de Joaquim Egídio integra a Área de Proteção Ambiental (APA) de Campinas, onde está a maior parte das matas naturais de Campinas. Além de ser um distrito marcado pela presença da natureza, Joaquim Egídio tem patrimônios históricos – tombados ou em processo de tombamento pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (Condepacc). Um deles é o Casarão de Joaquim Egídio, que hoje abriga a subprefeitura.

Vale a pena também visitar a Igreja de São Joaquim e São Roque, a única do distrito, instalada do lado do Casarão de Joaquim Egídio. As ruas de paralelepípedos e as calçadas das principais vias do distrito também são tombadas pelo Condepacc, tendo importante valor histórico.

Joaquim Egídio oferece inúmeras opções de lazer, gastronomia, passeios e trilhas. Há vários restaurantes espalhados pela sua avenida principal e também ao longo da Rodovia José Bonifácio Coutinho Nogueira. No distrito também se encontra o Observatório Municipal de Campinas “Jean Nicolini”.

Mais informações sobre atrações dos distritos e da cidade podem ser acessadas em https://conheca.campinas.sp.gov.br/.

 

 

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