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Estado de Alerta: umidade do ar em Campinas baixa a 19,8%

Entre as várias recomendações para fases de queda da URA, a principal é aumentar a hidratação corporal, ingerindo água à vontade. Idosos e crianças devem receber atenção especial para não desidratar.

 

 

Depois de ter entrado em Estado de Atenção no final da manhã, com a Umidade Relativa do Ar (URA) abaixo de 30%, Campinas está agora, no período da tarde, em Estado de Alerta. A mudança de condição deve-se à redução da URA, cujo índice atingiu 19,8% às 14h40 desta segunda-feira, dia 27 de setembro.

O Departamento de Defesa Civil do município emitiu boletim informando o Estado de Alerta com o novo índice, segundo medição registrada pela Estação Ciiagro/IAC Campinas Região Norte. O Estado de Alerta é emitido quando a umidade relativa do ar fica entre 12% e 20%.

Entre as várias recomendações para fases de queda da URA, a principal é aumentar a hidratação corporal, ingerindo água à vontade. Idosos e crianças devem receber atenção especial para não desidratar.

Também é preciso continuar observando as recomendações do Estado de Atenção e ampliar os cuidados, com estas medidas:

  • suprimir exercícios físicos e trabalhos ao ar livre entre 10 e 16 horas;
  • evitar aglomerações em ambientes fechados;
  • usar soro fisiológico para olhos e narinas.

As recomendações do Estado de Atenção, quando a umidade está entre 20% e 30%, e que devem ser mantidas, são:

  • umidificar o ambiente com uso de vaporizadores, toalhas molhadas, recipientes com água; molhar jardins etc;
  • sempre que possível permanecer em locais protegidos do sol, em áreas arborizadas;
  • aumentar o consumo de água.

 

Operação Estiagem

Desde o início de maio, a Defesa Civil de Campinas realiza a Operação Estiagem, para monitorar e prevenir danos causados pela estação mais seca do ano.

O acompanhamento da URA deflagra informes da Defesa Civil para a comunidade e são tomadas medidas preventivas pelos órgãos municipais.

A baixa umidade do ar causa danos para a saúde, aumentando o risco e o agravamento de problemas respiratórios e podendo levar à desidratação e sobrecarga no organismo de pessoas com doenças cardíacas. Também prejudica o meio ambiente, com mais ocorrências de incêndios em áreas de vegetação.

 

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