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Os espiões norte-americanos por trás da Lava Jato

Em “Geopolítica da Intervenção”, o advogado e cientista político Fernando Augusto Fernandes identifica as interferências dos Estados Unidos na maior operação de combate à corrupção do Brasil

Os interesses ocultos dos Estados Unidos na Lava Jato são revelados de
forma objetiva e documentada em Geopolítica da Intervenção – a verdadeira história
da Lava Jato,
publicado pela Geração Editorial. Na
obra, o advogado e cientista político Fernando Augusto Fernandes desvenda
as ações de espionagem e vigilância global do “Grande Irmão”, que incluem a
cooperação do juiz Sérgio Moro.

Sob a ótica privilegiada de quem viveu alguns dos episódios decisivos,
como advogado, o autor mergulha em documentos, vídeos, matérias jornalísticas e
processos – compartilhados com o leitor para mostrar, de forma contundente, os
objetivos da operação para além do combate à corrupção.

Fernando Fernandes parte da estruturação da “Doutrina de Segurança
Nacional”, que possibilitou o Regime de 1964; passa pela influência dos EUA na
polícia brasileira, em nome da guerra às drogas; e chega às estratégias para
cooptar e influir juízes e membros do Ministério Público brasileiro.

Essas abordagens permitem, nos capítulos seguintes, compreender a Lava
Jato e os interesses escusos de seus idealizadores. Cruzamentos de relações
familiares, religiosas e de amizade entre procuradores, delegados, juízes,
provas de compadrios e relações suspeitas entre investigadores e julgadores,
nas cortes inferiores, no STF, nas igrejas, no Congresso e até na OAB são
submetidos ao crivo do leitor.

A Lava Jato criou um mecanismo de deturpação e
destruição do direito

brasileiro.
Os fins não justificam os meios. Não se podem permitir ações
ilegais
do Estado para os fins de combater a corrupção. A OAB agiu em
casos
isolados se posicionou contra absurdos gritantes nas dez medidas
e
propôs a ação que acabou por garantir a presunção de inocência. Mas
apoiou
a Lava Jato que, para se estruturar, precisava romper com os
direitos
fundamentais e com as prerrogativas profissionais.
(Geopolítica da Intervenção, p. 411)

Mais que trazer informações fundamentais para compreender a Lava Jato, Geopolítica
da Intervenção
disseca os eventos que desencadearam a
instabilidade que afasta o Brasil da plena democracia. Uma obra para o leitor
refletir sobre os destinos do país, no momento em que a operação perdeu força
política.

Ficha técnica:
Livro: Geopolítica da Intervenção: A verdadeira história da Lava Jato
Autor: Fernando Augusto Fernandes
Preço: R$66,00 e R$44,00 (E-book)
Link de venda: https://amzn.to/2YXCGIt

Sinopse: Neste Geopolítica da Intervenção, livro polêmico e surpreendente, o advogado e cientista político Fernando Augusto Fernandes desmonta a história de que a Operação Lava Jato foi e ainda é uma investigação insuspeita, para combater os crimes de políticos corruptos e grandes empresários corruptores. O maior proposito da Lava Jato foi desestabilizar o governo petista, golpear o sistema democrático, destruir a engenharia nacional, enfraquecer o programa de petróleo e gás, facilitar a pilhagem das riquezas nacionais e criar as condições para um governo liberal de direita, o que acabou resultando na eleição de um azarão e na maior crise política, econômica, social e sanitária já vivida pelo país.

Sobre o autor: Fernando Augusto Fernandes é advogado e cientista político. Nos anos 90
desvendou os arquivos sonoros dos julgamentos de presos políticos da década de
70. Vinte anos depois, por meio de dois julgamentos, o Supremo Tribunal Federal
reabriu os arquivos e os tornou públicos. Com os arquivos, lançou sua tese de
mestrado: “Voz Humana — A Defesa Perante os Tribunais da República” e
de doutorado: “Poder e Saber — Campo Jurídico e Ideologia”. Como advogado,
atuou em causas de grande repercussão nos tribunais superiores, criando
jurisprudência, súmulas e precedentes extraordinários. Foi defensor — vitorioso
— do presidente do Instituto Lula e redator e signatário do habeas
corpus
pelo qual obteve a decisão de soltar Lula em 2018, no
TRF-RS, assim como da reclamação no STF que permitiu a toda a imprensa
entrevistá-lo.

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