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Prefeitura quer entender demandas da hotelaria para incentivar setor

De acordo com a série histórica, a taxa média anual de ocupação em Campinas, antes da pandemia, era de apenas 55%, devido à oferta superdimensionada existente desde 2018 – total de oito mil apartamentos, o dobro em relação à oferta disponível em 2013.

 

 

 

A secretária de Cultura e Turismo de Campinas, Alexandra Caprioli, e o diretor de Turismo, Eros Vizel, participaram de evento promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado de São Paulo (ABIH-SP) realizado na última segunda-feira, dia 4 de outubro, em Campinas. Foi o primeiro de uma série de encontros regionais.

A iniciativa contou com apoio do Royal Palm Plaza, que sediou o encontro, sob a direção de Antônio Dias, vice-presidente da entidade; do Campinas e Região Convention & Visitors Bureau (Visite Campinas) e do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB).

Em Campinas e Região, onde prevalece a oferta hoteleira direcionada ao mercado de viagens e eventos corporativos, duas questões-chave mobilizaram a presença de diretores, gerentes gerais, equipes comerciais e revenue managers. “Como sobreviver com deflação das diárias médias e com inflação de todos insumos? Qual será a recuperação das taxas de ocupação?”

 

Lei de Eventos

Após atualização sobre a Lei de Eventos e outros trabalhos da prefeitura de Campinas para estimular o setor, sob a condução da secretária Alexandra Caprioli, vieram palestras proferida por Pedro Cypriano, da HotelInvest, seguido por Antônio Dias, vice-presidente da ABIH-SP. As comunicações apontaram dados representativos que evidenciam os desafios a serem superados pela hotelaria na região, em 2022.

Alexandra Caprioli ressaltou a importância de abrir esse canal de comunicação, porque a hotelaria é uma das âncoras na cadeia do Turismo. “É fundamental entendermos as demandas desse setor para podermos responder pelo poder público. É importante saber dos hotéis como é possível reforçar essa parceria. Entender o que faz sentido, porque o cliente do hotel é o nosso turista”, acrescentou.

De acordo com a série histórica, a taxa média anual de ocupação em Campinas, antes da pandemia, era de apenas 55%, devido à oferta superdimensionada existente desde 2018 – total de oito mil apartamentos, o dobro em relação à oferta disponível em 2013.

Ao lado da secretária e do diretor de Turismo da Prefeitura, participaram também do evento: Pedro Cypriano, sócio Hotelinvest; Antônio Dias, vice-presidente da ABIH-SP e anfitrião do evento; Vanderlei Costa e Silva, presidente do Campinas e Região Convention & Visitors Bureau e do Comtur Campinas, e Ricardo Andres Roman Jr, presidente da ABIH-SP.

 

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