Ex-palmeireise promete acesso à série A
Jorge Luís da Silva, o Jorginho, é o novo técnico da Ponte Preta. O treinador será apresentado oficialmente á imprensa nos próximos dias. Junto com o novo comandante, chegam o assistente técnico Anderson Lima (ex-lateral) e o preparador físico Omar Feitosa, que exerceu esta função no Palmeiras por mais de três anos. O treinador, que trabalhou no Palmeiras de 2007 a 2009 – tendo comandado o time profissional após a saída de Wanderley Luxemburgo por sete partidas no campeonato Brasileiro – estava no Goiás e acertou sua vinda para o time de Campinas durante a manhã desta quarta-feira (21).
“Sei da ansiedade que a torcida tem para subir e acho que Ponte já está atrasada, devia estar de volta à série A há muito tempo. Vamos nos entregar ao máximo para acabar com essa ansiedade, mas o torcedor é o mais importante nisso tudo. Sem, ele não vamos conseguir nada”, diz Jorginho.
O treinador afirmou ser uma alegria estar na Ponte Preta e quer levar essa felicidade aos torcedores alvinegros. “Faremos de tudo para que o pontepretano fique feliz, mas para isso ele precisa nos ajudar muito. Não vai ser fácil, teremos percalços no caminho e altos e baixos. Mas com o apoio da torcida, nós faremos de tudo em campo para conseguir esse feito para a nação pontepretana. Estou feliz agora em estar aqui, mas não tenho duvida que todos vamos ficar muito mais felizes no final do ano”, destaca.
Nascido em 22 de março de 1965, em São Paulo, Jorginho iniciou sua carreira no futebol como jogador, na Portuguesa de Desportos, nos anos 80, e ganhou destaque por sua atuação no Palmeiras, de 1990 a 1992. Atuou por diversos times, entre os quais o Atlético Mineiro (com o qual venceu a Copa Conmebol em 1997), e encerrou a profissão de atleta no Avaí, em 2002.
Como técnico, Jorginho teve sua primeira experiência no União Mogi, em 2007. No mesmo ano, foi contratado pelo Palmeiras e assumiu o time de juniores em 2008. Em 2009, assumiu o cargo de auxiliar técnico e posteriormente tornou-se treinador do time profissional. Em 2010, tornou-se técnico do Goiás, que levou às semifinais. Sob seu comando, o time disputou 21 partidas, com 11 vitórias, cinco empates e cinco derrotas (aproveitamento de 60,3%).




