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quinta-feira, fevereiro 12, 2026
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Leis diminuem campanhas eleitorais e barram candidatos

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O clima não parece estar propício às eleições. A diminuição da propaganda eleitoral é um fator que cooperou para que o eleitor perdesse um pouco do interesse nas campanhas eleitorais.

A fase de restrições também desanimou os candidatos, que perdem força e espaço para as campanhas das candidaturas da presidência e de governadores. O “Ficha suja” é outro item que afasta o sonho de muitos políticos de chegar a um cargo eletivo.

Com base nos critérios de inelegibilidade, o Ficha Limpa é fruto do projeto popular e prova de que os eleitores estão infelizes com a falta de credibilidade de seus possíveis governantes. A lei visa melhorar o perfil dos candidatos que ocuparão cargos eletivos do país e o projeto já barrou muitas candidaturas para as eleições de 2010.

O político que renunciar a seu mandato para escapar de um processo de cassação é considerado inelegível, fato que ocorreu com Joaquim Roriz (PSC), candidato ao governo do Distrito Federal.

A polêmica que envolve Roriz vem desde 2007, quando abdicou sua cadeira como senador ao ser acusado de quebra de decoro após manter conversas telefônicas, rastreadas pela Polícia Federal, com o ex-presidente do Banco de Brasília, Tarcísio Franklin, onde negociavam a divisão de R$ 2,2 milhões. Roriz atribuiu o dinheiro à compra de uma bezerra para ajudar um primo.

Com o pedido da Procuradoria Eleitoral do Distrito Federal, Roriz teve a candidatura ao governo do Distrito Federal impugnada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no dia 4 de agosto.

Pedro Gordilho, advogado de Joaquim Roriz, defendeu que na época, o ato de renunciar era lícito, e que se Roriz soubesse que três anos depois seria ilícito, ele não o faria. Entretanto, prevaleceu o fato de que a lei da Ficha limpa foi aprovada, está vigorando e deve ser respeitada.

Os Tribunais Regionais Eleitorais já barraram mais de 80 candidatos até o último dia proposto no calendário eleitoral para julgamento de candidaturas.

 

Candidatos apostam no Twitter para interagir com eleitores

Quem entrar no Twitter de José Serra, saberá que ele também se preocupa com a situação de seu time ao tuitar: “Ontem, o Brasil jogou um belo futebol. Mas o Palmeiras, hoje, de novo, foi mal. Cadê o Valdívia?”.

Dilma Rousseff faz agradecimentos e também fala sobre poema e música. “Construção, do Chico Buarque, é um das mais belas músicas de um período de resistência…”

Mesmo com redes sociais famosas espalhadas pelo ciberespaço, os políticos apostam no Twitter como maneira de conquistar os eleitores nas Eleições 2010. Através desse instrumento, eles falam também, sobre suas rotinas semanais e criam laços de proximidade com o eleitorado, que passa a acompanhar o candidato.

Os partidos investiram alto no mecanismo da internet. Para o PT foram R$ 500 mil em equipamentos para um estúdio de rádio e webtv na sede nacional do partido. É previsto que Serra alcance 500 mil seguidores antes da eleição e para recompensar o prejuízo de dois minutos diários na TV e o rádio, O PV também aposta na internet.

Milhares de tuiteiros aptos à votar no dia 3 de outubro fazem parte desse palanque digital. Mas, pode haver o lago negativo para eles e o eleitorado deve deixar as amenidades dos candidatos em segundo plano. Na época em que José Sarney (PMDB-AP) quase foi derrubado da presidência do Senado, Aloizio Mercadante anunciou no Twitter que não mudaria de idéia e renunciaria a liderança do PT, mas depois ficou no cargo, fato que comprova que o brasileiro ligado às interatividades da mídia digital deve se atentar às propostas e também atitudes dos candidatos que podem representar o país nos próximos anos.

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