Prisões foram pedidas para não prejudicar a verificação dos fatos
O promotor Amauri Silveira Filho do Ministério Público explicou esta tarde que a Promotoria não vislumbrou a possibilidade de continuar as investigações com as pessoas em liberdade. Segundo ele, os mandados de prisões foram necessáriospara conter as articulações do grupo, que tentava impedir o avanço das investigações do Gaeco.
“Os envolvidos estavam tentando de todas as formas possíveis desviar o foco da investigação e atrapalhar a busca da verdade sobre os fatos investigados”.
Os 20 mandados de prisões culminaram com a prisão de 11 acusados. As prisões, que aconteceram durante uma operação da Corregedoria da Polícia Civil, pedidas pelo MP que começou na madrugada desta sexta-feira.
O MP não revelou detalhes sobre os fatos porque as investigações seguem em segredo de Justiça. “Não há como revelar nenhum detalhe sobre os fatos ou sobre a participação de cada uma das pessoas presas ou ainda as que serão ouvidas na investigação. Nem mesmo valores”, completou o promotor.
Todas as pessoas que tiveram as prisões decretadas são suspeitas de integrar um esquema de fraudes em contratos públicos em Campinas.





