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Contratação do plano de manejo deve ocorrer só em 2016

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Projeto ambiental dos distritos está atrasado desde 2005
Projeto ambiental dos distritos está atrasado desde 2005

A contratação de empresa para a criação de um plano de manejo visando a ocupação da APA (Área de Preservação Ambiental) de Sousas e Joaquim Egídio está prevista para acontecer somente nos primeiros meses de 2016, informou a Secretaria do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Campinas. O presidente do Congeapa (Conselho Gestor da Área de Proteção Ambiental de Campinas), Rafael Moya, pontuou que o plano está atrasado desde 2005.
Segundo a pasta, o processo de contratação está em fase de análise de documentação das cinco empresas concorrentes para assumir o projeto ambiental. A empresa tem um ano para elaborar o projeto, orçado em torno de R$ 900 mil. Os recursos receberam aprovação do Fundo de Recuperação, Manutenção e Preservação do Meio Ambiente (Proamb) para a área, que sofre com investidas do setor imobiliário.

Moya explicou que a ideia central do plano de manejo é a criação de condições de desenvolvimento econômico e sustentável para a região, estabelecendo diretrizes para crescimento da APA e quais os locais de recuperação e preservação.
O Congeapa aprovou resolução que proíbe a construção de empreendimentos na área até que haja a contratação da empresa para executar o plano ambiental, atrasado desde 2005.

“O plano cria normas para que se degradar (o meio ambiente) compensa-se de outra forma. Ele regulamenta a ação do homem na natureza.. Há evoluções no sentido de equacionar as preocupações com preservação e crescimento urbano”, comentou o presidente da Habicamp (Associação Regional da Habitação), Welton Nahas Curi.

Com a falta do plano, quatro empreendimentos da região dos distritos deixaram de ser analisados. Com isso, a legislação que deu inicio à APA em 2001 tem deixado a desejar no que tange à preservação da área ambiental campineira.

Barão Geraldo
Ainda há uma discussão em andamento com relação à verticalização de Barão Geraldo, o que criou polêmica. Para o presidente da Habicamp, a questão de construção de prédios é “relativa” com relação à preservação dos espaços verdes. “Toda vez que se mexe na lei de zoneamento há visões urbanistas diferentes. A questão de ser boa ou ruim (a verticalização do distrito com forte presença de estudantes) é subjetiva. Às vezes quando se verticaliza, se valoriza os espaços verdes mais do que deprecia. Ainda não há nada definido”, disse.

O secretário de Planejamento Fernando Pupo tem dito que a prefeitura quer liberar a construção de prédios no distrito. Contudo, o procedimento é vedado no local. Porém, a regra tem sido descumprida há anos, principalmente pelas residências estudantis. Cerca de 10 mil universitários estão irregulares em moradias.

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