Você já ouviu falar sobre o Pokemon GO? A mais nova febre de jogos para smartphone chegou ao Brasil e não demorou muito para os moradores de todas as idades dos distritos de Sousas e Joaquim Egídio aderirem ao jogo. O aplicativo para smartphones mais comentado do momento utiliza-se da navegação GPS dos aparelhos portáteis para sair a ‘caça’ dos famosos bichinhos chamados de Pokemons.
A nossa equipe foi às ruas saber mais sobre o jogo e os jogadores dos distritos de Sousas e Joaquim Egídio. De acordo com Mateus da Silva Campanaro de 12 anos, o jogo se tornou um novo meio de se socializar com os amigos, “Agora podemos sair com os amigos por ai e brincar de caçar pokemons ao mesmo tempo, é muito legal”, afirma Mateus.
Nilce Campanaro, mãe de Mateus, nos conta que começou a jogar por causa do filho, “Meu filho mais velho acompanhava o desenho dos pokemons e eu comecei a assistir junto com ele, e quando o meu caçula baixou esse joguinho eu para acompanha-lo, baixei junto e estou aprendendo aos poucos’’ confessa Nilce.
No Brasil e no mundo
Cada vez mais o jogo está se tornando uma febre mundial.No Brasil, academias, faculdades além de escolas estão usando o PokemonGo como métodos de estudos e exercícios.
O jogo está cada vez mais abrindo servidores em vários países pelo mundo afora, superando a marca de 75 milhões de downloads e essa expectativa há de se aumentar.
Problemas na vista
O jogo faz com que muitas pessoas perceberem que não enxergam bem de perto. De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto do Instituto Penido Burnier, isso acontece porque a maior exigência da visão próxima está causando nestas pessoas dor de cabeça, ressecamento dos olhos e visão embaçada.
Leôncio ainda indica que não se deve jogar mais de duas horas sem nenhuma interrupção, pois pode causar ‘dores de cabeça e tontura á continuação ininterrupta’.




