Com extensa lista de créditos prestados à música instrumental, o maestro, pianista, compositor e arranjador Nelson Ayres foi o homenageado no II Festival Paulínia de Cinema, na noite de domingo (12). Autor da trilha sonora do longa-metragem O Menino da Porteira, Ayres recebeu o troféu Menina de Ouro do diretor do filme, Jeremias Moreira.
“É fácil fazer boa trilha quando se tem bons filmes e bons músicos”, afirmou Ayres, com modéstia, destacando sua “gratidão eterna” pela oportunidade de participar de um projeto que retoma a genuína cultura do “nosso interior”.
Em mais uma série de sessões concorridas, o público conferiu os curtas-metragens Quem será Katlyn?, de Caue Fernandes Nunes, e DoceAmargo, de Rafael Primot. Um breve trecho de Salve Geral, de Sérgio Rezende, contemplado no edital 2008 da Prefeitura de Paulínia, também foi exibido, aguçando a curiosidade do espectador.
O documentário Sentidos à Flor da Pele, de Evaldo Mocarzel, e o longa Quanto dura o amor?, de Roberto Moreira, completaram o quarteto de produções da noite. Em Quanto dura o amor?, o público identificou locais de Paulínia utilizados para locações como o próprio Theatro Municipal. O filme, rodado em 2008, contou ainda com de moradores da cidade no cast.
Na seleção competitiva estão reservados para amanhã (14) o documentário Só dez por cento é mentira, de Pedro Cezar, o longa Olhos Azuis, de José Joffily e os curtas A Máquina do Tempo, de Marcos Craveiro, na categoria regional, e Nesta Data Querida, de Julia Rezende, que concorre em nível nacional.
Hoje serão exibidos os curtas Spetaculum, de Juliano Luccas, e Milímetros, de Erico Rassi, e os longas Moscou e No Meu Lugar, respectivamente de Eduardo Coutinho e Eduardo Valente.




