Campinas foi escolhida por Max Viana para ser a porta de entrada do artista no interior do Estado de São Paulo, pela sua relevância no universo cultural e também por sua importância econômica. Ele se apresentará em 12 de junho no Oca Brasil, em Barão Geraldo, e em 14 de junho, no Quintal Brasileiro, no Jd. Proença, em pocket-shows que prometem movimentar o feriado de Corpus Christi para aqueles que permanecerão na cidade e apreciam MPB.
“Hoje é inegável a importância da cidade na rota dos grandes projetos culturais. Numa era em que cada vez mais a produção cultural depende da iniciativa privada, Campinas está, no tocante à captação de recursos, entre as mecas de nosso país”, diz a produtora cultural Cláudia Lucas, idealizadora da vinda do filho do cantor Djavan para a cidade.
Max Viana é uma promessa real de renovação na chamada ‘nova geração’ da MPB. Conhecedores do atual cenário cultural brasileiro profetizam que o artista carioca será um dos grandes nomes da MPB. O artista, que vem ganhando projeção por méritos próprios e deixando de ser meramente ‘o filho do Djavan’, já tem músicas sendo executadas nas FMs de todo o Brasil, composições gravadas por nomes de peso no cenário musical e parcerias com outra feras da nossa música.
Programação
OCA BRASIL
Av. Santa Isabel, 800 – Barão Geraldo – (19) 3304-9000
www.ocabrasil.com.br
QUINTAL BRASILEIRO
Rua Avelino do Amaral , 226 – Jd. Proença – (19) 3294-9770 e 2121 2242
www.quintalbrasileiro.com.br
Saiba mais sobre a carreira do cantor
Max Viana nasceu no Rio de Janeiro, no dia 9 de setembro de 1973. Começou a ter aulas de violão aos 11 anos com o professor Almir Chediak, mas desde os 9 já pegava o violão do pai, o cantor e compositor Djavan, para tentar extrair dele os misteriosos acordes que fazem parte do rico menu da música brasileira. Em 1993 foi aprofundar seus estudos no Guitar Institute of Technology, em Los Angeles, onde, privilegiado, teve aulas com guitarristas do porte de Scott Henderson, dentre outros. Tem dividido o palco com artistas brasileiros de renome internacional, como Chico Buarque, Milton Nascimento e Edu Lobo, e também com os mais jovens Bernardo Lobo e Seu Jorge (http://www.youtube.com/watch?v=2HLttw4bnr8).
Seu atual posto de guitarrista de Djavan lhe permitiu, por meio dos vários palcos onde tocou, estreitar laços com músicos e artistas brasileiros e internacionais. Daí, talvez, surge a vontade de compor – em 2003, lança seu primeiro CD, No Calçadão, com a sonoridade que Max veio buscando com músicos amigos: o irmão João Viana (bateria), Serginho Carvalho (baixo) e Renato Fonseca (teclados). Os músicos André Vasconcellos, Walmir Gil e Marcelo Mariano também estão presentes nesta primeira produção. As letras foram cuidadosamente divididas com outros amigos: Jair Oliveira, Flavia Virginia (que participa em alguns vocais), Dudu Falcão, Zé Ricardo e Djavan, que canta na última canção do CD.
A televisão também utilizou o talento de Max e incluiu algumas de suas canções, “Sai Daqui Tristeza”, “Canções de Rei”, “Prazer e Luz” em novelas de sucesso. Ele foi convidado, inclusive, para fazer uma regravação de “A Paz”, de Gilberto Gil, e também é o autor do tema do personagem Tio Barnabé para o remake do clássico infantil “Sítio do Picapau Amarelo” (http://www.youtube.com/watch?v=DM4vcmFhmUU).
Luciana Mello e Paula Lima tampouco ficam indiferentes a Max e integram canções suas a seus repertórios.
Em 2005, volta ao estúdio com uma nova produção própria, o CD Com Mais Cor, prosseguindo com a mescla de ritmos diversos que o ajudam a dar forma a seu otimismo característico: “Quero trazer alegria com a minha música, uma visão otimista”. Guilherme Arantes, Rappin’ Hood, Jair Oliveira e Djavan figuram entre as colaborações de artistas e músicos de primeira linha, dos quais ser pode citar os instrumentistas do sambista Arlindo Cruz.
Tudo isto quer dizer que, seja com o samba, com o pop ou com o jazz, Max Viana firma seu nome como o de um herdeiro de toda a versatilidade que caracteriza a boa música do Brasil.




