O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade é o mais novo órgão do governo federal para a área de meio ambiente. Foi criado em 27 de abril de 2007 a partir da reestruturação do Ibama. O instituto tem como principal missão cuidar das unidades de conservação, que são áreas de importante interesse ecológico, e fomentar e desenvolver a pesquisa científica dirigida à gestão ambiental.
Junto com outros órgãos federais, como o Ibama, ANA, Serviço Florestal Brasileiro (SFB), o Chico Mendes integra o Sisnama (Sistema Nacional de Meio Meio Ambiente) que é comandado pelo Ministério do Meio Ambiente, responsável pelas diretrizes da política ambiental no Brasil.
O Instituto Chico Mendes cuida hoje de 300 unidades de conservação. As unidades estão espalhadas por todo o País. Juntas, somam mais de 77 milhões de hectares e representam 8,2% do território brasileiro. São parques nacionais, florestas nacionais, reservas biológicas, áreas de preservação ambiental (APAs), áreas de relevante interesse ecológico (Aries), reservas extrativistas, reservas de desenvolvimento sustentável, monumentos naturais, santuários da vida silvestre.
Há algumas unidades de conservação bastante conhecidas, como os parques nacionais de Foz de Iguaçu, Fernando de Noronha, Lençóis Maranhenses e Abrolhos. E todas elas, independentemente do grau de publicidade, têm a sua importância para a nossa biodiversidade.
As unidades são ainda uma fonte de matérias para a imprensa. Além do seu acervo natural, que normalmente é uma atração, as ações de manejo realizadas pelo Instituto Chico Mendes nessas áreas podem resultar em interessantes produções jornalísticas.
O Instituto mantém ainda 15 centros especializados em todo o Brasil. São eles: Cemave (aves silvestres), Cenap (predadores naturais), Cepene (recursos pesqueiros do litoral Nordeste), Cepnor (recursos pesqueiros do litoral Norte), Ceperg (recursos pesqueiros lagunares e estuarianos), Cepam (recursos pesqueiros da Amazônia), Cepsul (recursos pesqueiros do litoral Sul), Cepta (recursos pesqueiros continentais), CMA (mamíferos aquáticos), CPB (Primatas), RAN (répteis e anfíbios), Tamar (tartarugas marinhas), CNPT (populações tradicionais), Cecav (cavernas) e Copom (orquídeas e plantas ornamentais, aromáticas e medicinais)
Esses centros reúnem profissionais de alta qualificação, entre biólogos, engenheiros florestais, oceanógrafos e botânicos. Eles são responsáveis por intensa produção de pesquisa e informações úteis à gestão dos recursos naturais. Muitos desses estudos são feitos em parceria com institutos de pesquisa e universidades e podem se tornar pautas e matérias para a imprensa.
AGÊNCIA – A Agência de Notícias do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (AGBio) é um serviço da Assessoria de Comunicação (Ascom) do Instituto, voltado exclusivamente para os órgãos de imprensa.
A agência foi criada para facilitar o acesso dos jornalistas aos espaços, produtos e iniciativas do Instituto e, ao mesmo tempo, oferecer informação de qualidade – matérias, notas, pautas, artigos e entrevistas -, aproveitando esse potencial noticioso do ICMBio.
Com isso, a agência ajuda a dar mais transparência à gestão do Instituto. Além dos jornalistas baseados em Brasília, a agência conta com a colaboração de uma rede de comunicadores que atuam nas diversas unidades, reforçando o caráter nacional da AGBio.




