O projeto deve passar por segunda discussão na próxima
A Câmara Municipal de Campinas aprovou ontem (14/04) em primeira instância o projeto de lei que proíbe o uso das “pulseirinhas do sexo” nas escolas públicas municipais. O projeto deverá passar por aprovação em segunda instância na próxima segunda-feira (19/04).
O projeto obriga, também, a diretoria e os professores a promoverem palestras de conscientização para pais e alunos.
Os adereços coloridos de silicone foram criados nos anos de 1980 no Reino Unido. O Brasil aderiu à moda no final do ano passado, mas ganhou notabilidade quando uma menina de 13 anos foi estuprada em Londrina.
As pulseiras custam de R$0,10 cada e R$10,00 o pacote. O adereço é usado nos Estados Unidos como um jogo sexual e como código de iniciação sexual





