Reunião da Cohab Campinas para sorteio de casa popular
Região de grande demanda para a construção de moradias de alto e médio padrão em condomínios, Sousas e Joaquim Egídio não apresentam nenhum projeto em estudo ou andamento para a construção de moradias populares ou de interesse social, embora lei concedendo permissão para este tipo de empreendimento tenha disso promulgada pelo prefeito Jonas Donizette, em 2014.
De acordo com informações da Companhia de Habitação Popular de Campinas (Cohab-Campinas), a inexistência deste tipo de empreendimento nos dois distritos está ligada à falta de interesse das construtoras em erguer este tipo de imóvel.
O quadro, estima a Cohab, empresa municipal responsável pela administração do cadastro habitacional da cidade, pode ser alterado a partir do final de agosto com o lançamento, pelo Ministério das Cidades, da terceira fase do programa federal Minha Casa, Minha Vida (MCMV).
Embora Sousas e Joaquim estejam em área de preservação da APA que não permite a adensamento populacional, há demanda de famílias que pagam aluguel e moram em casas cedidas por parentes e amigos, algumas delas em áreas de risco.
Muitas dessas famílias são moradoras há mais de 10 anos, e por isso construíram suas vidas nesta região, portanto remanejá-las para outros bairros compromete sua qualidade de vida.
A Associação de Moradia e Cidadania de Campinas, que atua em busca de habitação popular nos distritos embora, segundo a Cohab, não exista nenhum convênio, acordo ou projeto envolvendo a empresa e a associação, busca encontrar áreas, que tenham estrutura para a construção das casas.
Mas, para que tudo isso se torne realidade, o projeto de construção de casas populares na região, precisa primeiramente encontrar empresas construtoras que tenham interesse de empreender no negócio, pois o metro quadrado nos dois distritos é caro, e por esse motivo, muitas empresas não têm interesse nesse tipo de empreendimento.





