A preservação da memória cultural dos distritos anda para lá de abandonada. Prédios antigos que registraram momentos importantes na região, agora estão à mercê do tempo.
Em Sousas, a antiga Casa de Cultura Antonio da Costa Santos, e o prédio da Rua Humaiatá, onde funcionava a antiga Delegacia da Polícia Militar, também se encontram em completo abandono. Enfim, a memória que era ser viva, está morrendo pelo descaso de várias administrações municipais que pouco fizeram para a sua preservação.
Em Joaquim Egídio, o Observatório Municipal de Campinas Jean Nicolini, não foge à regra e vem sofrendo com a falta de manutenção dos equipamentos.
Há problemas com três telescópios, além do telhado que espera por uma reforma há sete anos. A falta de funcionários é outra dificuldade enfrentada pela administração.
Neste mês, o Observatório completa 36 anos e recebe 25 mil pessoas ao ano. No período letivo, este número chega a 300 pessoas por dia. O Observatório Jean Nicolini é o primeiro observatório público e pode se tornar em um parque ecológico, se depender da vontade do astrônomo Júlio Lobo.




