Começou às 8h15 desta segunda-feira (30) o trabalho de perícia no local do megaincêndio na região central de Campinas (SP), mas há relatos de focos de incêndio nos imóveis envolvidos quase 96 horas depois do início do incidente. Rosalvo Francisco de Souza Júnior, de 56 anos, proprietário da loja de autopeças “Doidão”, onde teve início o incêndio, relatou que ainda há focos no seu estabelecimento. Bombeiros acessaram o local.
Peritos da Polícia Civil e técnicos da Defesa Civil e da Secretaria de Urbanismo deram início aos trabalhos pelo estacionamento que tem saída para a Rua Bernardino de Campos. Pelo local eles entraram no imóvel onde ficava o estoque do Doidão.
O incêndio
As chamas começaram na quinta-feira (26) por volta do meio-dia na Autopeças Doidão e se alastraram por mais seis imóveis no cruzamento da Avenida Benjamin Constant com a Rua Saldanha Marinho. No domingo (29), o Corpo de Bombeiros ainda trabalhava já que pequenos focos de incêndio ainda eram vistos abaixo da estrutura que desabou no Doidão. Na manhã desta segunda-feira (30) ainda era possível ver fumaça saindo do local.




