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quarta-feira, fevereiro 11, 2026
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PF desarticula rede que dopava mulheres, filmava estupros e espalhava vídeos na internet

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Operação cumpre prisões em cinco estados após cooperação internacional

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (11) uma operação contra uma rede criminosa que dopava mulheres, cometia abusos sexuais, registrava os crimes em vídeo e compartilhava o material em plataformas digitais. Três mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão são cumpridos em São Paulo, Ceará, Pará, Santa Catarina e Bahia.

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As investigações tiveram início em 2025, após informações repassadas por meio de cooperação internacional coordenada pela Europol, envolvendo mais de 20 países. Segundo a apuração, brasileiros integram uma estrutura transnacional voltada à disseminação de vídeos de violência sexual contra mulheres em estado de sedação.

Entre os alvos há homens suspeitos de dopar as próprias companheiras para produzir e compartilhar os registros. Foto Divulgação Polícia Federal

De acordo com os investigadores, os suspeitos utilizavam medicamentos com propriedades sedativas para dopar as vítimas, praticavam estupros, filmavam os crimes e disponibilizavam as imagens na internet. Mensagens trocadas entre integrantes do grupo indicam que havia discussão detalhada sobre tipos de substâncias, marcas comerciais e possíveis efeitos adversos, demonstrando planejamento prévio das ações.

Entre os alvos há homens suspeitos de dopar as próprias companheiras para produzir e compartilhar os registros. A dinâmica identificada apresenta semelhanças com casos internacionais que ganharam repercussão nos últimos anos por envolver violência sexual cometida contra mulheres inconscientes.

Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos celulares, computadores, dispositivos de armazenamento e outros equipamentos eletrônicos que serão submetidos à perícia.

Os investigados podem responder por estupro de vulnerável e por divulgação de cena de estupro, além de outras tipificações penais que possam ser identificadas ao longo do inquérito. A Polícia Federal informou que as apurações continuam para identificar outros envolvidos e possíveis vítimas.

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