Imóvel era usado como centro de armazenamento e distribuição de drogas; volume apreendido indica atuação estruturada do crime

Uma ação da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), com apoio da Guarda Civil Municipal, desarticulou um imóvel utilizado para armazenamento e distribuição de drogas na zona norte de Mogi Guaçu. Um suspeito foi preso em flagrante.
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No local, conhecido no meio policial como “casa bomba”, os agentes encontraram 1,072 quilo de entorpecentes, já fracionados e prontos para a venda. Foram apreendidas 112 porções de crack, 140 flaconetes de cocaína, 55 porções de maconha, além de 25 porções das variedades colombia e dry, e uma porção de ice.
Também foram localizados dinheiro em notas fracionadas e aparelhos celulares, que serão periciados para aprofundar as investigações e identificar outros envolvidos no esquema.
Segundo a polícia, a quantidade e a forma de armazenamento indicam uma estrutura organizada de distribuição, com possível abastecimento de pontos de venda na cidade.
O suspeito permanece à disposição da Justiça e pode responder por tráfico de drogas.
A descoberta de uma “casa bomba” reforça o modelo logístico adotado por organizações criminosas, que utilizam imóveis para concentrar, fracionar e redistribuir entorpecentes de forma estratégica.
Nos bastidores da segurança pública, esse tipo de estrutura é considerado peça-chave no funcionamento do tráfico, permitindo maior controle da distribuição e dificultando a ação policial nos pontos finais de venda.
A apreensão de celulares pode revelar a rede de contatos e rotas utilizadas, o que pode levar a novos desdobramentos da investigação e identificar conexões com outras áreas da cidade ou até regiões vizinhas.




