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Paulínia tem protesto na posse de prefeito e vereadores

protestoCentenas de pessoas se reuniram dia 1° para protestar durante a posse do prefeito reeleito de Paulínia (SP) José Pavan Júnior (PSB). Os manifestantes são contra a decisão da Justiça Eleitoral e pedem que o resultado das urnas prevaleça. Pavan Júnior não foi o mais votado nas urnas, mas o primeiro colocado, Edson Moura Júnior (PMDB) teve o registro cassado por entrar na disputa na véspera da eleição, no lugar do pai, Edson Moura.
Os participantes do movimento estavam no lado de fora do Theatro Municipal, onde ocorreu a solenidade de transferencia oficial dos cargos. Eles usaram cartazes, faixas e usaram nariz de palhaço. “Viemos manifestar e dizermos que somos a favor do resultado que nós colocamos nas urnas. Nós escolhemos quem fica, nós escolhemos quem sai. O povo emana, a força está nas urnas”, afirma o publicitário Walter Costa. Além do novo prefeito, a vice Vanda Camargo (PSDB) e os 15 vereadores tomaram posse.
Transição
Durante a transmissão de cargo, Pavan Júnior disse que a prioridade é investir na saúde e firmou o compromisso de retomar o Festival de Cinema de Paulínia, que foi cancelado em 2012.
No fim da solenidade o prefeito anunciou uma reformulação no secretariado, com 13 novos nomes. “Nós vínhamos de uma composição política e agora numa administração minha, feita de uma forma diferente, é uma questão de mudança para que a gente possa dar um novo ritmo na administração”, disse Pavan Júnior. Até esta sexta-feira (4) ele pretende completar o quadro de nomes para a equipe.
Indecisão
Pavan Júnior ainda não sabe se vai poder cumprir o seu mandato, já que Moura Júnior vai entrar com um recurso que será julgado em 2013. Por isso, o prefeito reeleito assume a Prefeitura da cidade nesta terça-feira em caráter provisório, até que aconteca o julgamento definitivo do recurso.
No dia 18 de dezembro, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) manteve a decisão do juiz eleitoral de Paulínia (SP) sobre a cassação do registro de candidatura de Moura Junior. Ele entrou na disputa na véspera da eleição, no lugar do pai, o ex-prefeito, Edson Moura (PMDB), que se lançou candidato, mas foi barrado pela Lei da Ficha Limpa. Segundo o Ministério Público, a manobra “confundiu o eleitor”, que, teria sido induzido a acreditar estar votando em Moura.

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