Já foi o tempo que aprender significava exclusivamente sentar em um banco da escola. Com a modernidade da atualidade o ensino é muito mais dinâmico e inclue atividades diferenciadas como informática e aulas vivenciais fora das escolas.
O próprio Ministério da Educação reconhece e estimula, através dos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) a interação do aluno com o meio ambiente, de forma a construir uma experiência prática insubstituível para seu aprendizado. Segundo a Introdução aos Parâmetros Curriculares Nacionais (pág. 71), do Ministério da Educação e Cultura, ‘a realidade torna-se conhecida quando se interage com ela, modificando-a física e/ou mentalmente. A atividade de interação permite interpretar a realidade e construir significados, permite também construir novas possibilidades de ação e de conhecimento. A aprendizagem de conceitos se dá por aproximações sucessivas. Para aprender sobre digestão, subtração ou qualquer outro objeto de conhecimento, o aluno precisa adquirir informações, vivenciar situações em que esses conceitos estejam em jogo’.
Assim, as viagens pedagógicas são ferramentas que auxiliam na formação completa do aluno. “Os programas trabalham em três níveis. O ‘Sócio Recreativo’, que busca através de atividades recreativas de acampamento, objetivos sociais como, integração, responsabilidade, convívio em grupo, direitos e deveres, entre outros. O ‘Social Cognitivo’, além dos objetivos anteriores, acrescenta ao programa atividades que atendem ao conteúdo da série do aluno. Faz muito sucesso, por integrar estudo e lazer, atendendo às necessidades cognitivas de forma prazerosa e interessante ao aluno. Mas, há também o nível que é apenas ‘Cognitivo’, que incluem atividades de estudo, sem recreação.”, explica Marilia Rabello, diretora do Grupo Peraltas.
As viagens sociais recreativas normalmente são feitas pela educação infantil e ensino fundamental 1 e 2. São 3 dias de acampamento com atividades recreativas e dinâmicas de quartos e equipes, onde os alunos irão aumentar seus laços de amizade, desenvolver sua capacidade de relacionamento, o trabalho em grupo, sua responsabilidade com pertences e atitudes. “É um exercício de independência de forma alegre, divertida e sadia, sempre supervisionada e segura. Buscamos, assim, contribuir para uma melhor formação humana do aluno, através de atividades agradáveis e emocionantes.”, conta Marilia.
“Nos programas cognitivos há assuntos como ‘geologia, formação do sistema solar’, com atividades na Fundação CEU; ‘visita ao laticínio’, onde os alunos poderão observar e verificar como o processo de transformação do leite; ‘fazenda histórica de café’, que vivencia, observa e analisa o que foi a época do café, o trabalho escravo e a colonização; ‘os seres vivos e importância do Planeta Terra’, onde as crianças e adolescente poderão ter contato direto com pequenos animais e, através de uma viagem intergaláctica, os alunos vão poder entender a importância do nosso planeta e seres vivos; ‘Usina de cana-de-açúcar e o trabalho de bóia-fria’, que permitirá um contato direto com esses trabalhadores para conferir o quanto são importantes para as Usinas de cana-de-açúcar; ‘energia: usinas hidrelétricas e fontes alternativas’, com visitas a Usina Hidrelétrica de Corumbataí, a uma indústria de aquecimento solar em São Manuel e a Usina da Cesp, em Barra Bonita, e ‘estudos das águas’, com visita a eclusa também de Barra Bonita e rio Jacaré Pepirara, em Brotas.”, detalha Rabello.




