O debate nacional sobre os principais temas para inserção das comunidades excluídas das redes digitais; a 4a. Oficina para Inclusão Digital, que aconteceu no Rio de Janeiro e dará continuidade ao debate das oficinas anteriores trazendo temas estratégicos para viabilizar o acesso de comunidades excluídas à rede de computadores, assim como a sustentabilidade das políticas públicas de inclusão digital uma vez implementadas. “No Brasil, atualmente apenas cerca de 10% da população tem acesso regular à Internet, e dentre estes 90% são das classes A e B, precisamos inserir a maior parte da população no contexto da sociedade da informação”, afirma Rodrigo Assumpção, secretário Adjunto da Secretaria de Logística de Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, um dos realizadores do evento.
“A política pública de inclusão digital também será abordada em painéis especiais como: ” Os modelos de Infra-estrutura, de gestão e planos de sustentabilidade” e ” Análise da Conjuntura – Discussão da Pauta Brasileira na reunião do CMSI, Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação, em Tunis” – continua Assumpção: ” Procuramos inserir temas essenciais para o dia-a-dia do cidadão comum, como capacitação na inclusão digital para provocar a articulação e participação comunitária. Com este envolvimento, o trabalho se fortalece e os resultados aparecem.
Além de painéis e debates, oficinas de trabalho para os gestores dos Centros de Inclusão Digital, com o objetivo de apresentar alternativas práticas e abrangentes para os processos de inclusão digital. “Estamos buscando treinar os replicadores em gestão de iniciativas de inclusão digital para potencializar nossa ação. E, nada melhor do que treinar quem está na linha de frente”. Explica Paulo Lima, Diretor Executivo da ONG RITS.
“As oficinas abordarão:” Convergência de mídias e tecnologias”; “Métricas, indicadores e avaliação” ; “Gestão e sustentabilidade”; Produção de conteúdo e projetos de desenvolvimento”; “Infra-estrutura e Manutenção”; ” Software livre e propriedade intelectual”; “Articulação e Participação Comunitária”; “Políticas Públicas de Inclusão Digital: Sociedade e Governo”, completa Lima.




