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Taxa de juros do cartão de crédito foi reduzida

Data:

As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser reduzidas em setembro/2012, sendo esta a sétima redução no ano. Os dados são da Pesquisa de Juros da ANEFAC – Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade. O coordenador do estudo, MiguelJosé Ribeiro deOliveira atribui as reduções à melhora dos indicadores econômicos, bem como à maior competição no sistema financeiro após os bancos públicos promoverem reduções em suas taxas de juros. A boa notícia é que após 33 meses consecutivos sem sofrer qualquer alteração a taxa de juros média do cartão de crédito rotativo foi reduzida em setembro/2012. Os detalhes estão nos quadros abaixo e nos anexos a esta mensagem.

 

“Vale ressaltar entretanto que algumas reduções programadas entram em vigor somente a partir de novembro/2012”, dizMiguel Ribeiro deOliveira. E mais: algumas das reduções efetuadas foram feitas a título de redução promocional com vigência até 31/12/2012, não definindo, portanto, se estas reduções serão mantidas nos meses subsequentes.

 

Pessoa Física

 

Das seis linhas de crédito pesquisadas, todas foram reduzidas no mês.

 

A taxa de juros média geral para pessoa física apresentou uma redução de 0,21  ponto percentual no mês (4,75 pontos percentuais no ano) correspondente a uma redução de 3,49% no mês (4,67% em doze meses) passando a mesma de 6,02% ao mês (101,68% ao ano) em agosto/2012 para 5,81% ao mês (96,93% ao ano) em setembro/2012 sendo esta a menor  taxa de juros da série histórica (1995) e atingindo pela primeira vez um patamar inferior a 100% ao ano.

 

Pessoa Jurídica

 

Das três linhas de crédito pesquisadas todas foram reduzidas no mês.

 

A taxa de juros média geral para pessoa jurídica apresentou uma redução de 0,13 ponto percentual no mês (2,25 pontos percentuais em doze meses) correspondente a uma redução de 3,78% no mês (4,49% em doze meses) passando a mesma de 3,44% ao mês (50,06% ao ano) em agosto/2012 para 3,31% ao mês (47,81% ao ano) em setembro/2012 sendo esta a menor taxa de juros da série histórica (1999).

 

Taxa de juros x Selic

 

Considerando todas as  reduções da taxa básica de juros (Selic) promovidas pelo Banco Central desde julho/2011, tivemos neste período (julho/2011 a setembro/2012) uma redução da Selic de 5,00 pontos percentuais (redução de 40,00%) de 12,50% ao ano em julho/2011 para 7,50% ao ano em setembro/2012.

 

Neste período a taxa de juros média para pessoa física apresentou uma redução de 24,28 pontos percentuais (redução de 20,03%) de 121,21% ao ano em julho/2011 para 96,93% ao ano em setembro/2012.

 

Nas operações de crédito para pessoa jurídica houve uma redução de 13,22 pontos percentuais (redução de 21,66%) de 61,03% ao ano em julho/2011 para 47,81% ao ano em setembro/2012.

 

PERSPECTIVAS PARA OS PRÓXIMOS MESES

 

“A nossa expectativa é de que as taxas de juros voltem a ser  reduzidas nos próximos meses por conta da melhora da economia, pela maior competição no sistema financeiro após os bancos públicos promoverem reduções em suas taxas de juros, bem como com a expectativa de redução dos índices de inadimplência no segundo semestre”, afirmaMiguel Ribeiro deOliveira.

 

 

 

 

 

TAXA DE JUROS PARA PESSOA FÍSICA

 

 

LINHA DE CRÉDITO AGOSTO/2012 SETEMBRO/2012 VARIAÇÃO

VARIAÇÃO

  TAXA MÊS TAXA ANO TAXA MÊS TAXA ANO % PONTOS PERCENTUAIS
Juros comércio 4,55% 70,56% 4,20% 63,84% -7,69% -0,35

Cartão de crédito

10,69% 238,30% 10,41% 228,17% -2,62% -0,28
Cheque especial          8,05% 153,22% 7,95% 150,42% -1,24% -0,10
CDC – bancos- financiamento de automóveis 1,70% 22,42% 1,54% 20,13% -9,41% -0,16
Empréstimo pessoal-bancos 3,45% 50,23% 3,27% 47,13% -5,22% -0,18
Empréstimo pessoal-financeiras 7,67% 142,74% 7,51% 138,44% -2,09% -0,16

 

TAXA MÉDIA

 

6,02% 101,68% 5,81% 96,93% -3,49% -0,21

 

 

Juros do Comércio

 

Houve uma redução de 7,69%, passando a taxa de 4,55% ao mês (70,56% ao ano) em agosto/2012, para 4,20% ao mês (63,84% ao ano) em setembro/2012.

 

A taxa deste mês é a  menor da série histórica (1995).

 

 

Cartão de crédito

 

Houve uma redução de 2,62% passando a taxa de 10,69% ao mês (238,30% ao ano) em agosto/2012, para 10,41% ao mês (228,17% ao ano) em setembro/2012.

 

      A taxa deste mês é a menor desde junho/2008 (10,40% ao mês – 227,82% ao  ano).

 

Cheque Especial

 

Houve uma redução de 1,24%, passando a taxa de 8,05% ao mês (153,22% ao ano) em agosto/2012,  para 7,95% ao mês (150,42% ao ano) em setembro/2012.

 

 A taxa deste mês é a menor desde fevereiro/2011 (7,68% ao mês – 143,01% ao ano).

 

 

CDC – Bancos Financiamento de automóveis

 

Houve uma redução de 9,41%, passando a taxa de 1,70% ao mês (22,42% ao ano) em agosto/2012, para 1,54% ao mês (20,13% ao ano) em setembro/2012.

 

       A taxa deste mês é a menor da série histórica (1995). 

 

Empréstimo Pessoal Bancos

 

Houve uma redução de 5,22%, passando a taxa de juros de 3,45% ao mês (50,23% ao ano) em agosto/2012, para 3,27% ao mês (47,13% ao ano) em setembro/2012.

 

       A taxa deste mês é  a menor da série histórica (1995).

 

  Empréstimo Pessoal Financeiras

 

Houve uma redução de 2,09% na taxa de juros média, passando a taxa de 7,67% ao mês (142,74% ao ano) em agosto/2012, para 7,51% ao mês (138,44% ao ano) em setembro/2012.

 

A taxa deste mês é a menor da série histórica (1995).

 

Taxa Média Pessoa Física

 

Houve uma redução de 3,49% ao mês, passando a taxa de juros de 6,02% ao mês (101,68% ao ano) em agosto/2012, para 5,81% ao mês (96,93% ao ano) em setembro/2012.

 

A taxa deste mês é a menor da série histórica (1995).

 

 

Crediário de Loja

 

Dos doze tipos de lojas pesquisadas, todas reduziram suas taxas de juros no mês.

 

 

TAXA DE JUROS PARA PESSOA JURÍDICA

 

LINHA DE CRÉDITO AGOSTO/2012 SETEMBRO/2012 VARIAÇÃO

VAR.PONTOS

  TAXA MÊS TAXA ANO TAXA MÊS

TAXA ANO

% PERCENTUAIS AO MÊS

Capital de Giro

1,84% 24,46%

1,72%

22,71% -6,52% -0,12
Desconto de Duplicatas 2,46% 33,86% 2,26% 30,76% -8,13% -0,20
Conta garantida 6,02% 101,68% 5,94% 99,86% -1,33% -0,08

 

Taxa Média

 

3,44% 50,06% 3,31% 47,81% -3,78% -0,13

 

Capital de Giro

 

Houve uma redução de 6,52%, passando a taxa de 1,84% ao mês (24,46% ao ano) em agosto/2012, para 1,72% ao mês (22,71% ao ano) em setembro/2012.

 

       A taxa deste mês é a menor da série histórica (1999).

 

Desconto de Duplicata

 

Houve uma redução de 8,13%, passando a taxa de 2,46% ao mês (33,86% ao ano) em agosto/2012, para 2,26% ao mês (30,76% ao ano) em setembro/2012.

 

 A taxa deste mês é a menor  da série histórica (1999).

 

 

Conta Garantida

 

Houve uma redução de 1,33%, passando a taxa de 6,02% ao mês (101,68% ao ano) em agosto/2012,  para 5,94% ao mês (99,86% ao ano) em setembro/2012.

 

       A taxa deste mês é a menor desde agosto/2011 (5,88% ao mês – 98,50% ao ano).

 

 

Taxa Média Pessoa Jurídica

 

Houve uma redução de 3,78% na taxa de juros média, passando a taxa de 3,44% ao mês (50,06% ao ano) em agosto/2012, para 3,31% ao mês (47,81% ao ano) em setembro/2012.

 

       A taxa deste mês é a menor da série histórica (1999).

 

TAXAS MÉDIAS DE JUROS DO CREDIÁRIO POR ESTADO

 

 

 

ESTADOS ago/12   set/12     Var.pontos
  Taxa Mês Taxa Ano Taxa Mês Taxa Ano Variação percentuais
          % ao mês
São Paulo 4,15% 62,90% 3,87% 57,72% -6,75% -0,28
Rio Gde do Sul 4,77% 74,92% 4,41% 67,84% -7,55% -0,36
Rio de Janeiro 4,65% 72,53% 4,37% 67,07% -6,02% -0,28
Minas Gerais 4,64% 72,33% 4,25% 67,78% -8,41% -0,39
Paraná 4,63% 72,14% 4,18% 63,46% -9,72% -0,45
Santa Catarina 4,51% 69,78% 4,17% 63,27% -7,54% -0,34
Brasilia 4,53% 70,17% 4,13% 62,52% -8,83% -0,40
             
Média Nacional 4,55% 70,56% 4,20% 63,84% -7,69% -0,35

 

COMPORTAMENTO DAS TAXAS DE JUROS DO CREDIÁRIO POR SETOR

 

SETORES ago/12   set/12   Variação % Var.pontos
            percentuais
  Taxa Mês Taxa Ano Taxa Mês Taxa Ano   ao mês
Gdes.Redes 2,57% 35,60% 2,28% 31,07% -11,28% -0,29
Med.Redes 4,69% 73,33% 4,28% 65,35% -8,74% -0,41
Peq.Redes 5,42% 88,40% 4,96% 78,77% -8,49% -0,46
Emp.Turismo 3,18% 45,59% 2,98% 42,24% -6,29% -0,20
Art.do Lar 6,28% 107,69% 5,86% 98,05% -6,69% -0,42
Ele.Eletron. 4,35% 66,69% 4,10% 61,96% -5,75% -0,25
Importados 5,33% 86,48% 4,87% 76,94% -8,63% -0,46
Veiculos 1,70% 22,42% 1,54% 20,13% -9,41% -0,16%
Art.Ginástica 6,78% 119,72% 6,28% 107,69% -7,37% -0,50
Informática 4,11% 62,15% 3,74% 55,37% -9,00% -0,37
Celulares 3,78% 56,09% 3,47% 50,58% -8,20% -0,31
Decoração 6,45% 111,71% 6,00% 101,22% -6,98% -0,45
             
Média Geral 4,55% 70,56% 4,20% 63,84% -7,69% -0,35
             ALTERAÇÕES NOS PRAZOS MÉDIOS DE FINANCIAMENTO

 

Prazos de Financiamento

 

Veículos Outros Financiamentos
Antes da mudança cambial (janeiro/99)

Máximo

Média

 

36 meses

24 meses

 

24 meses

18 meses

Após mudança cambial (até janeiro/99)

Máximo

Média

 

24 meses

18 meses

 

18 meses

8 meses

Setembro/2000                   Máximo

Média

60 meses

28 meses

48 meses

14 meses

Setembro/2001                  Máximo

Média

48 meses

22 meses

36 meses

9 meses

Setembro/2002                   Máxima

Média

48 meses

24 meses

24 meses

8 meses

Setembro/2003                Máxima

Média

48 meses

24 meses

24 meses

11 meses

Setembro/2004               Máxima

Média

48 meses

24 meses

24 meses

12 meses

Setembro/2005              Máxima

Média

60 meses

24 meses

36 meses

15 meses

Setembro/2006              Máxima

Média

72 meses

30 meses

36 meses

17 meses

Setembro2007               Máxima

Média

84 meses

36 meses

36 meses

18 meses

Setembro/2008              Máxima

Média

60 meses

38 meses

24 meses

14 meses

Setembro/2009              Máxima

Média

80 meses

42 meses

36 meses

16 meses

Setembro/2010               Máxima

Média

80 meses

44 meses

36 meses

16 meses

Setembro/2011              Máxima

Média

60 meses

40 meses

24 meses

12 meses

Janeiro/2012                 Máxima

Média

60 meses

40 meses

24 meses

12 meses

Fevereiro/2012             Máxima

Média

60 meses

40 meses

24 meses

12 meses

Março/2012                  Máxima

Média

60 meses

40 meses

24 meses

12 meses

Abril/2012                    Máxima

Média

60 meses

40 meses

24 meses

12 meses

Maio/2012                    Máxima

Média

60 meses

40 meses

24 meses

12 meses

Junho/2012                   Máxima

Média

60 meses

40 meses

24 meses

12 meses

Julho/2012                    Máxima

Média

60 meses

40 meses

24 meses

12 meses

Agosto/2012                 Máxima

Média

60 meses

40 meses

24 meses

12 meses

Setembro/2012             Máxima

Média

60 meses

40 meses

24 meses

12 meses

 

 

                         TAXAS DE JUROS JULHO/2011 X  SETEMBRO/2012

 

 

Pessoa Física

 

  Julho/2011  

Setembro/2012

   
TIPO DE FINANCIAMENTO Taxa Mês Taxa Ano Taxa Mês Taxa Ano Queda em pontos percentuais

Comércio

5,70% 94,49% 4,20% 63,84% -30,65
Cartão de Crédito 10,69% 238,30% 10,41% 228,17% -10,13
Cheque Especial 8,27% 159,48% 7,95% 150,42% -9,06
CDC Bancos 2,37% 32,46% 1,54% 20,13% -12,33
Emp. Pessoal-Bancos 4,67% 72,93% 3,27% 47,13% -25,80
Emp.Pessoal Financeiras 9,34% 191,98% 7,51% 138,44% -53,54
           
TAXA MÉDIA

 

6,84% 121,21% 5,81% 96,93% -24,28

 

 

Ressaltamos que o período de julho/2011 a setembro/2012 o Banco Central reduziu a taxa básica de juros Selic em 5,00 pontos percentuais (redução de 40,00%) de 12,50% ao ano em julho/2011 para 7,50% ao ano em setembro/2012. Neste período a taxa de juros média para pessoa física apresentou uma redução de 24,28  pontos percentuais (redução 20,03%) de 121,21% ao ano em julho/2011 para 96,93% ao ano em setembro/2012.

 

 

 

Pessoa Jurídica

 

  Julho/2011  

Setembro/2012

   
TIPO DE FINANCIAMENTO Taxa Mês Taxa Ano Taxa Mês Taxa Ano Queda em pontos percentuais

Capital de giro

3,07% 43,74% 1,72% 22,71% -21,03
Desc. De duplicatas 3,18% 45,59% 2,26% 30,76% -14,83
Conta garantida 5,90% 98,95% 5,94% 99,86% 0,91
           
TAXA MÉDIA

 

4,05% 61,03% 3,31% 47,81% -13,22

 

 

Ressaltamos que o período de julho/2011 a setembro/2012 o Banco Central reduziu a taxa básica de juros Selic em 5,00 pontos percentuais (redução de 40,00%) de 12,50% ao ano em julho/2011 para 7,50% ao ano em setembro/2012. Neste período a taxa média de juros para pessoa jurídica apresentou uma redução de 13,22 pontos percentuais (redução de 21,66%) de 61,03% ao ano em julho/2011 para 47,81% ao ano em setembro/2012.

Informações e Recomendações ao Consumidor

 

O sistema financeiro vêm expandindo cada vez mais o crédito às empresas e às pessoas físicas, contribuindo assim com o desenvolvimento econômico do Brasil.

 

Este crescimento do volume de crédito tenderá a se acentuar nos próximos meses/anos em virtude do crescimento econômico.

 

Com crédito os mercados se desenvolvem, as empresas investem, ampliam suas vendas, geram empregos e as pessoas antecipam a realização de seus sonhos.

 

Assim com o crescimento do crédito é preciso que você saiba como usar o mesmo para melhorar a sua vida sem gerar problemas, motivo pelo qual listamos abaixo algumas informações e recomendações:

 

Primeiramente organize a sua vida financeira elaborando um orçamento doméstico como forma de definir quais são as suas reais necessidades e planejar todos os seus gastos considerando sempre a sua renda disponível e não a renda disponível mais crédito, ou seja os seus gastos têm que caber dentro de seu salário.

 

Preferencialmente gaste menos do que tem de renda como forma de fazer uma reserva financeira para fazer frente a eventuais gastos extras não previstos ou até para planejar a compra de algum bem no futuro.

 

Lembre-se que toda a vez que você gasta mais do que ganha ou ficará inadimplente e com isso sujeita a todas conseqüências de ter o nome negativado, não tendo aceso a qualquer tipo de crédito ou terá que recorrer a empréstimos e assumir o pagamento de juros.

 

As taxas de juros se encontram em patamares elevados no país, seja pelo baixo volume de crédito disponível que representa hoje 51,0% do PIB quando a média internacional passa de 100%, seja pelos custos que incidam sobre as taxas.

 

Como referência vale registrar que quando o consumidor faz um empréstimo esta taxa é composta de:

 

Custo de captação do banco (Quanto o banco paga pelo dinheiro que paga a seus        aplicadores ou custo de oportunidade). A referência é a taxa Selic;

 

Cunha fiscal – Compreende os impostos da intermediação financeira mais os compulsórios (dinheiro dos depósitos que os bancos deixam no Banco Central sem poderem emprestar);

 

Despesas administrativas – Custos dos processos do banco (funcionários, agências);

 

Risco – Custo da inadimplência dos empréstimos (parte dos empréstimos não são pagos ou demoram para serem recebidos o que embute um risco à instituição);

 

Margem líquida da instituição – lucro do banco ou depois de todos os itens acima quanto efetivamente sobra para a instituição financeira.

 

Destacamos que as taxas de juros são livres e as mesmas são estipuladas pela própria instituição financeira não existindo assim qualquer controle de preços ou tetos pelos valores cobrados.

 

A única obrigatoriedade que a instituição financeira tem é informar ao cliente quais as taxas que lhe serão cobradas caso recorra a qualquer tipo de crédito.

 

Tendo em vista existirem expressivas variações entre as taxas de juros nas diversas instituições financeiras recomendamos:

 

  • Quando da contratação de um financiamento pesquise sempre a taxa de juros e demais acréscimos;

 

  • Evite comprometer demasiadamente seu orçamento com dívidas;

 

  • Evite empréstimos de longo prazo que embutem custos maiores;

 

  • Evite entrar no rotativo do cartão de crédito e do cheque especial que possuem as maiores taxas de juros;

 

  • O cheque especial não é renda e deve ser utilizado por um período curto e emergencial. Se tiver necessidade de usar este limite por um período maior procure a sua instituição financeira e faça um empréstimo pessoal (que tem custos menores) para liquidar o cheque especial;

 

  • Existem linhas de crédito mais baratas como o micro crédito que tem taxa de 2,00% ao mês, penhor de jóias da Caixa Econômica Federal e do crédito consignado com descontoem folha. Assimcaso necessite de crédito veja a possibilidade destes empréstimos mais baratos;

 

  • Salientamos que a linha de crédito consignado  com  desconto em folha de pagamento/benefício do INSS já atinge hoje mais de R$ 180 bilhões correspondente a 59,1%  do total do crédito pessoal.

 

  • Necessitando de crédito para pagar uma dívida e não tendo condições de faze-lo não deixe suas dívidas crescerem mais por conta dos juros de mora e multas. Procure o credor de sua dívida e proponha uma renegociação do prazo e das taxas de juros em uma condição que consiga cumprir;

 

  • Se possível adie suas compras para juntar o dinheiro e comprar o mesmo à vista evitando os juros. Entretanto caso não seja possível pesquise muito, barganhe e compre nos menores prazos possíveis (quanto menor o prazo menor a incidência de juros).

 

  • Resumindo, use o crédito com moderação e conscientemente;

 

  • Como diz a campanha de uma grande instituição financeira privada de uso consciente  do crédito “ O crédito foi feito para você realizar seus sonhos, não para tirar seu sono”.

 

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