Motoristas cobram acostamento, iluminação e controle de velocidade após danos no km 6

Moradores e motoristas que utilizam a Rodovia Lix da Cunha, entre Campinas e Indaiatuba, intensificaram as cobranças por mais segurança após a interdição total da ponte no km 6, que apresentou problemas na fundação depois das chuvas recentes. A medida comprometeu o tráfego e aumentou a preocupação de quem depende diariamente da via.
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As principais reclamações envolvem ausência de acostamento em trechos extensos, iluminação insuficiente no período noturno, curvas com sinalização considerada precária e falta de mecanismos de controle de velocidade, como radares ou redutores. O desgaste estrutural da ponte ampliou a percepção de vulnerabilidade da rodovia.
O DER informou que é responsável pelos trechos entre os kms 0 e 23,2 e entre 35,7 e 41 da rodovia. Já o segmento entre os kms 23,2 e 35,7 está sob responsabilidade da Prefeitura de Indaiatuba. Segundo o órgão, os projetos de duplicação e melhorias do km 0 ao km 13,4 e de pavimentação do km 14,5 ao km 19,6 estão em fase de contratação, etapa prévia à licitação das obras.
Também está prevista a contratação de serviços de conservação, incluindo recuperação do pavimento e reabilitação da sinalização. A correção da erosão na ponte do km 6 encontra-se em fase de contratação, enquanto o projeto executivo para recuperação da ponte do km 4,2, em Campinas, deve ser concluído nos próximos dias.
A interdição foi adotada após inspeções técnicas apontarem avanço significativo do processo erosivo. Como alternativa, o DER orienta que motoristas utilizem os desvios pelas rotatórias localizadas nos kms 3,5 e 5 da SP-073.
O órgão estadual ressaltou ainda que a iluminação pública é atribuição dos municípios, cabendo ao DER avaliar e autorizar os projetos apresentados pelas prefeituras.




