Secretaria estuda instalar base no antigo prédio da PM
A Secretaria Municipal de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública informou que a base ambiental da Guarda Municipal (GM) permanecerá na região. Não há possibilidade que seja transferida para outro local. O órgão fez o pedido do prédio onde era a base da Polícia Militar, ao lado do 12º Distrito Policial.
O processo, segundo a assessoria de imprensa, está em fase de tramitação. O pedido foi feito à Delegacia Seccional para ocupação temporária do prédio, enquanto não encontram uma sede definitiva para a GM, mas não há um prazo estipulado para a mudança.
Sobre a preocupação da população de Sousas e Joaquim Egídio de que a base seja transferida para outro local, a assessoria confirma que continuará na região. O prefeito Pedro Serafim e o secretário de segurança pública, Sinval Dorigon, já adiantaram que não há possibilidade de que a base seja remanejada para outro local.
Atendimento normal
Os agentes da GM, que atuavam na base de Sousas, continuam exercendo suas atividades normalmente nos distritos e região apesar de estar locada em um barracão anexo à Subprefeitura de Joaquim Egídio. “O atendimento à população continua normal, apenas houve a mudança do espaço físico”, confirmou Mauro Balthar, comandante da Região de Sousa e Joaquim Egídio.
De acordo com o subprefeito de Joaquim Egídio, Marco Antônio Vicentini, a GM continua a realizar seu trabalho, com o mesmo número de guardas sem prejuízo para a população. O único problema é a que agora a troca de turno dos agentes é realizada em Barão Geraldo. “Fora isto, a GM oferece o mesmo serviço”, salientou.
No fim de junho, a base ambiental, em Sousas, teve de ser desativada em cumprimento a uma decisão judicial. O processo foi movido contra a Prefeitura por uma empresa imobiliária. À época, a base foi construída em terreno de uma praça pública.
O efetivo para a região foi remanejado para a base provisória e para a de Barão Geraldo. São 30 GMs divididos em quatro turnos. O atendimento é realizado com duas viaturas.
O trabalho da GM na região, de acordo com o comandante, não se restringe a ocorrências ambientais, como fiscalização da Área de Preservação Ambiental (APA), derrubada de árvores e queimadas. “Também atendemos chamados de crimes pelo telefone 153”, disse.





