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Avenida Q

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Desde que estreou no circuito off-Broadway, em 2003, o musical Avenida Q (Avenue Q) chamou a atenção pela irreverência e pela inusitada mescla entre personagens humanos e bonecos em cena. O formato, bem-sucedido, levou o espetáculo ao Golden Theater e à conquista de três prêmios Tony ¬– melhor musical, melhor música original e melhor libreto. E motivou Charles Möeller e Claudio Botelho a realizarem a versão brasileira da montagem.

Após temporada no Rio de Janeiro, onde recebeu cinco indicações para o Prêmio Shell – melhor direção, atuação feminina, atuação masculina, iluminação e categoria especial, pela versão da trilha sonora – Avenida Q estreia em São Paulo no dia 15 de agosto, no Teatro Procópio Ferreira. Com adaptação e direção de Möeller e Botelho, o musical cumpre temporada até 01 de novembro, com sessões de quinta a domingo. A produção nacional é da Bottega D’Arte – Dalva Abrantes, Marcos Amazonas e Marcos Mendonça. O espetáculo é apresentado pelo Grupo Santander Brasil, com patrocínio da Porto Seguro.

Dezesseis bonecos vindos diretamente dos Estados Unidos, desenhados e confeccionados por Rick Lyon, dividem o palco com oito atores: André Dias, Renato Rabelo, Sabrina Korgut, Fred Silveira, Claudia Netto, Mauricio Xavier, Renata Ricci e Gustavo Klein. “Queríamos reunir um primeiro time dos musicais e costumo dizer que selecionei um elenco kamikaze, de pessoas com uma dedicação integral ao projeto, que envolve canto, dança e ainda a manipulação de bonecos, o que exige um esforço quase sobre-humano”, resume Charles Möeller.

Por esta característica, Avenida Q pode remeter à primeira vista ao lúdico dos programas célebres como “Vila Sésamo” e “Muppet Show” – fontes de inspiração declarada pelos criadores Robert Lopez e Jeff Marx. Mas a ousadia na abordagem de temas polêmicos, em canções como “Se Ele For Gay” e “Todo Mundo é Meio Racista” deixa claro que se trata de um musical para adultos.
“Acho corajoso montar, em tempos tão politicamente corretos, um espetáculo que não tem medo de ser politicamente incorreto e de mexer com tabus como racismo, homossexualidade, sempre com muito humor e ironia. A peça discute temas profundos de uma maneira muito leve”, diz Möeller.

Baseado na idéia original de Lopez e Marx, o espetáculo conta com humor a história de Princeton, um jovem recém-formado em Nova York, que projeta viver na Avenida A (onde vivem os ricos), mas acaba se mudando para a Avenida Q, com pouco dinheiro e cheio de sonhos. Lá, ele passa a conviver com os vizinhos que parecem ser agradáveis: Brian, o comediante desempregado e sua noiva, a terapeuta Japaneuza; Rod, o bancário conservador; Trekkie, o viciado em internet; Kate, uma graciosa professora-assistente; a fogosa Lucy De Vassa; além dos ursinhos do mal, a Dona Coisa Ruim e o superintendente do edifício, uma ex-celebridade mirim. Todos tentam encontrar trabalho, romance e uma finalidade para suas vidas.

Avenida Q não existe, mas é um lugar onde todos podem se reconhecer, pois traz uma realidade universal. “Mantivemos a ação na Nova York original, mas foram feitas diversas adaptações e aproximações com o universo brasileiro, incluídas aí liberdades poéticas com a nossa política, geografia, termos nacionais e etc. Nossa história se passa então lá mesmo, num canto menos valorizado do Village, mas poderia perfeitamente rolar em qualquer recanto do Rio ou São Paulo”, conta Claudio Botelho.

Além das versões de Botelho para o texto e as canções, a montagem nacional também conta com cenários de Rogério Falcão, os figurinos de Mareu Nitschke e a luz de Paulo César Medeiros. Os ensaios tem supervisão de Zé Clayton. A direção musical é assinada por Marcelo Castro, que conta com a banda formada por Zaida Valentim (teclado/regência), Heberth Souza (teclado), André Marques Porto (guitarra/banjo/violão), Gustavo Ramanzini (bateria), Rodrigo Oliveira (contrabaixo elétrico e acústico) e Ederson Marques (sax/flauta/clarinete) para manter o clima pop rock do original.

“Avenida Q é uma peça de atores, não só de bonecos. Tanto que André Dias e Sabrina Korgut receberam indicações ao Prêmio Shell, pois conseguem usar o recurso da manipulação dos bonecos para criar uma ligação com a plateia e discutir assuntos sérios de uma forma irreverente”, afirma Marcos Amazonas. Sobre a produção da montagem no Brasil, Marcos Mendonça complementa: “Trata-se de um espetáculo premiado na Broadway, de vitoriosa carreira no Golden Theater e montado, com o mesmo sucesso, também em Londres. Realizá-lo no Brasil é um desafio que tem nos dado muita satisfação”.

CRÍTICAS E CITAÇÕES

“A direção de Charles Möeller é viva e dinâmica, e conduz o texto e as canções – solos e conjuntos – com grande eficiência, mantendo tom e ritmo de modo a dar vida aos diálogos e aos atores e seus bonecos com grande segurança”.
Barbara Heliodora (O Globo/RJ)
“Nesta Vila Sésamo para adultos, Möller e Botelho reafirmam a competência e vocação para realizar musicais. Desde a perfeita escolha do elenco até a versão e tradução sempre com equivalências inventivas, em mais esta produção se imprime a marca Möller e Botelho como selo de qualidade”.
Macksen Luiz (Jornal do Brasil/RJ)
“Não pode ser chamado de um show de fantoches. “Vila Sésamo para os mais crescidinhos” também não. Não existe nenhuma maneira que consiga descrever ‘AVENIDA Q’, salvo como satírico, e um dos mais engraçados espetáculos que você provavelmente jamais viu.
Entertainment Weekly (EUA)

Para os órfãos de “Vila Sésamo”, ‘AVENIDA Q’ é agora o destino mais aclamado da Broadway. Mas não deixe a presença de marionetes enganá-lo. Com números musicais como “Todo mundo é um pouco racista” e “Se você fosse Gay”, não é para crianças, pois manda o politicamente correto para o espaço.
CNN.com (EUA)
SERVIÇO – “AVENIDA Q”
Local: Teatro Procópio Ferreira
Endereço: Rua Augusta, 2.823 – Cerqueira César – São Paulo.
Temporada: 15 de agosto a 01 de novembro.
Dias e Horários: Quinta a sábado, às 21h; e domingo, às 19h.
Ingressos: www.ingressorapido.com.br e bilheteria.
Preços: Quinta: R$ 70; Sexta e Domingo: R$ 80; Sábado: R$ 90 (com meia-entrada)
Duração: 2h20 com intervalo de 15 min.
Capacidade: 671 lugares. Classificação: 14 anos.
Site Oficial: www.avenidaq.com.br

EQUIPE DE CRIAÇÃO:
Música e Letras Robert Lopez e Jeff Marx
Texto Jeff Whitty
Baseado em uma idéia original de Robert Lopez e Jeff Marx
Bonecos (concepção e desenho) Rick Lyon
Versão brasileira Claudio Botelho
Direção Charles Möeller
Direção Musical Marcelo Castro
Produtores Associados Bottega D’Arte
Dalva de Abrantes, Marcos Amazonas, Marcos Mendonça
Cenário Rogério Falcão
Figurinos Mareu Nitschke
Iluminação Paulo César Medeiros
Designer de Som Marcelo Claret
Orquestrações Stephen Oremus
Supervisão musical Claudio Botelho
Coord. e manipulação bonecos Zé Clayton
Vídeos Renato Jabuka
Diretora assistente Paula Sandroni
Coordenação artística Tina Salles
Dir. Produção Gerardo Franco
Produção Executiva Renato Galvão
Coordenação de Montagem Cristina Fraga
Produtora assistente Malu Allen
Pianista ensaiadora Zaida Valentim
Visagismo Beto Carramanhos
Realização Bottega D’Arte
Um Espetáculo Charles Möeller & Claudio Botelho
Grupo Santander Brasil apresenta
Patrocínio Porto Seguro
Apoio Grupo Bandeirantes, Le Postiche, Hunter Douglas, Besni e NET
Apoio Cultural LG e Braston
ELENCO: André Dias (Princeton / Rod)
Renato Rabelo (Brian)
Sabrina Korgut (Kate Monstra / Lucy de Vassa)
Fred Silveira (Nicky / Trekkie Monstro)
Claudia Netto (Japaneusa)
Mauricio Xavier (Gary Coleman)
Renata Ricci (Dona Coisa Ruim / Ursinha do Mal)
Gustavo Klein (Recém-Chegado / Ursinho do Mal)
MÚSICOS: Zaida Valentim (teclado/regência)
Heberth Souza (teclado)
André Marques Porto (guitarra/banjo/violão)
Gustavo Ramanzini (bateria)
Rodrigo Oliveira (contrabaixo elétrico e acústico)
Ederson Marques (sax/flauta/clarinete)
PERFIS

Cláudio Botelho (Diretor): Ator, cantor e tradutor de musicais. Como ator e cantor, protagonizou diversos espetáculos, entre eles, “Os Fantástikos”; “Na Bagunça do teu Coração”; “Company”, “Musicais in Concert”; “De rosto colado”; “Hello Gershwin”; “Suburbano coração”; “Lupicínio e outros Amores”. Realizou traduções de musicais “Les Miserables”; “O Beijo da mulher aranha”; “Victor ou Victoria”; “Company”, “A Bela e a Fera”, entre outros. Ao lado de Charles Möeller, criou os musicais “Cole Porter – Ele Nunca Disse que me Amava”; “Cristal Bacharach”; “As Malvadas”; “Um Dia de Sol em Shangrilá”. A dupla também dirigiu “Ópera do Malandro”, “Suburbano coração”; “Tudo é Jazz (The World Goes Round)”; “O Abre Alas” entre outros. Em 2007, dirigiu o musical “Sassaricando” e o autoral “7”, em parceria com Charles Möeller e Ed Motta. Em 2009, após temporada no Rio de Janeiro, “Gloriosa– A Vida de Forest Florence”, musical dirigido pela dupla, estreou em São Paulo.

Charles Möeller (Diretor): Autor, diretor, ator, cenógrafo e figurinista, Charles, iniciou sua carreira como ator no grupo de Antunes Filho em São Paulo, passando em seguida para grupo Boi Voador, dirigido por Gabriel Villela. Com o ressurgimento dos musicais no Brasil e ao lado de Claudio Botelho, Charles criou alguns espetáculos que marcaram época nos últimos anos. O primeiro deles foi “As Malvadas”, que recebeu o prêmio Sharp de Melhor Musical em 1997. De lá pra cá, Charles escreveu e dirigiu “Cole Porter – Ele Nunca Disse que me Amava”; “Um Dia de Sol em Shangrilá”; “Cristal Bacharach”; e dirigiu ainda “Company”; “Suburbano coração”; “Ópera do malandro”; “Tudo é Jazz (The World Goes Round)”; “Lupicínio e outros Amores”; “Lado a Lado com Sondheim”, “Ópera do Malandro em Concerto” e “Sweet Charity”. Em 2007, escreveu e dirigiu o musical “7 O musical”, com músicas de Ed Motta. Em 2009, a peça “Gloriosa – A Vida de Forest Florence”, protagonizada por Marília Pêra, estreou em São Paulo.

André Dias (Princeton/Rod) – Ator, cantor, diretor e roteirista, André Dias é formado em Artes Cênicas e Teoria da Percepção Musical. No teatro, estreou profissionalmente na comédia musical “A Princesa de Élida”. Participou dos espetáculos “Elis, Estrela do Brasil”, “Gota D’Água”, “Ópera do Malandro”, “Rent”, “Yentl” e “O Mágico de Oz”. Atuou nos filmes “Kidnap in Rio”, produção alemã, “O Xangô de Baker Street” e atualmente, filma “Chico Xavier”, com direção de Daniel Filho. No SESC Pompéia, dirigiu o show em homenagem a Clara Nunes com Luciana Mello, Anna Torres, Virgínia Rosa, Tutti Baê, Vanessa da Matta, Ceumar e Alexandra Maestrini. Em 2006, estreou “Radio Nacional – As Ondas que Conquistaram o Brasil”, musical que permaneceu dois anos em cartaz.

Claudia Netto (Japaneuza) – Atriz e cantora, em parceria com Claudio Botelho e Charles Möeller, trabalhou em diversos musicais como “Um Dia de Sol em Shangrilá” e “Company”. Participou do musical “Na Bagunça do Teu Coração”, com direção de Bibi Ferreira, e ao lado de Miguel Falabella, estreou os espetáculos “Império”, “A Partilha”, “A Vida Passa” e “Veneza”. No cinema, atuou nos filmes “For All – O Trampolim da Vitória”, “Querido Estranho”, “Lost Zweig” e fez uma participação especial no “Divã”, dirigido por José Alvarenga. Na televisão, participou de programas como “A Diarista”, “Sob Nova Direção”, “Minissérie JK”, entre outros.

Fred Silveira (Nicky / Trekkie Monstro): Fred Silveira estreou profissionalmente no teatro no musical “Les Miserables”. Trabalhou nos espetáculos “Godspell”, com direção de Miguel Falabella; “Comunita”; “O Fantasma da Ópera”; “My Fair Lady” e “West Side Story”. Voltou a trabalhar com Miguel Falabella na turnê da peça “Os Produtores”. Foi também um dos cantores do “Tarzan” na montagem brasileira do espetáculo da Disney. Além de professor de canto, desenvolve trabalhos de composição em trilhas sonoras. Na série infantil “Os Doodlebops” (Disney) é dele a voz de Rooney.

Gustavo Klein (Ursinho do Mal / Recém-Chegado): ator, cantor e bailarino, é formado em interpretação, com estudos em canto e dança. Participou dos musicais “Os Produtores”, de Mel Brooks, direção de Miguel Falabella; “O Pequenino Grão de Areia”, de João Falcão; “Por Ti América”, performances musicais de Via Negromonte; “Frisson”, de Marcelo Saback; “Caosbaré”, de Ricardo Bandeira; entre outros. Na TV, atuou em “Amor e Intrigas” e “Luz do Sol”, ambas na TV Record. Como bailarino, tem formação em ballet, hip-hop, jazz, sapateado, street dance e “modern jazz”.

Mauricio Xavier (Gary Coleman) – Ator, comunicador e apresentador, Mauricio Xavier começou no teatro em 1992, com os musicais “A Dança dos Signos”, “Noturno” e “O Vale Encantado”. Trabalhou em comerciais, com trilhas sonoras, em jingles e em coreografias para publicidade. Atuou em diversas peças de teatro como na ópera infantil “Chimbirins & Chimbirons”, “A Casa de Brinquedos”, “Vermouth” e nos musicais “Rent”, “A Ópera do Malandro”, “Atlântida – o Reino das Chanchadas” e “A Gota D’Água”. Na televisão, participou de novelas e apresentou programas como X-Tudo, da TV Cultura e Playhouse Disney, programa infantil, em Buenos Aires. Em 2007, estreou “Os Produtores”, versão brasileira do musical “The Producers”, de Mel Brooks.

Renata Ricci (Ursinha do Mal / Dona Coisa Ruim): Formada pela escola de teatro Fundação das Artes de São Caetano do Sul, Renata Ricci iniciou-se artisticamente como bailarina clássica aos cinco anos de idade. Nos primeiros trabalhos em musicais, participou das montagens amadoras de “RENT” e “Kiss me, Kate”. Profissionalmente fez “Sweet Charity”, com direção de Charles Möeller e Cláudio Botelho; “Peter Pan: todos podemos voar” e “Disney: 100 anos de magia”, no papel da Branca de Neve. Além de dubladora, também já fez novelas, entre elas “Páginas da Vida”, da autoria de Manoel Carlos. No seu último trabalho na televisão (“Revelação”) foi Nina Fernandes, uma cantora de rock.

Renato Rabelo (Brian) – Renato Rabelo iniciou sua carreira aos 16 anos na peça “A Via Sacra” e após cursos como Tablado e Bia Lessa, se formou como ator em 1986. Na televisão, trabalhou nas novelas “Barriga de Aluguel”, “A Viagem”, “Pecado Capital”, “Chocolate com Pimenta”, entre outras. No teatro, atuou em mais de 30 espetáculos, em especial musicais. Entre os principais espetáculos estão “Somos Irmãs”, “Deu Broadway na Cabeça”, “Cristal Bacharach”, “Ópera do Malandro”, “Vítor ou Vitória”, “Zero de Conduta” e “Ao meu Rio – Declarações de amor: uma exaltação musical”. No cinema, fez o premiado curta-metragem “Infinitamente Maio”, com direção de Marcos Jorge, e participou de “Sexo Amor e Traição”, de Jorge Fernando.

Sabrina Korgut (Kate Monstra / Lucy de Vassa) – Atriz, cantora e bailarina, com formação em jazz e tap danc, integrou o elenco de musicais como “Miss Saigon”, “Company”, “Lado a Lado com Sondheim”, “Ópera do Malandro”, “Cristal Bacharah” e “Sassaricando”, dirigidos por Cláudio Botelho e Charles Möeller, entre outros. Trabalhou em teatro e televisão com Wolf Maya, Cininha de Paula, Jorge Fernando e Maurício Sherman. Atuou em peças infantis, novelas, seriados de televisão e dublou desenhos da Disney como “Hércules” e “Shrek 2”. Como vocalista da banda de Carlinhos Brown, participou de turnês pela Europa, Estados Unidos e Japão. “Avenida Q” é seu 21º musical.

Dalva de Abrantes (Produtora): professora, crítica de arte e produtora cultural, Dalva de Abrantes é formada em História pela PUC-SP e Mestre em Artes pela USP. Durante anos lecionou História da Arte em várias instituições de ensino universitário, entre eles: UNESP, USP, PUC, Mackenzie e FAAP. Foi criadora e coordenadora do programa de televisão CAMPUS na TV Cultura. Coordenou a série de documentários de História da Arte Brasileira. É membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte – ABCA e da Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA .

Marcos Amazonas (Produtor) – No mercado da comunicação brasileira, tem desenvolvido inúmeras relações com o mercado internacional, com contratos com a BBC, CBS, TeleNotícias e Ragdol. Desenvolveu e, principalmente, adaptou muitos canais internacionais importantes para o mercado brasileiro como MTV (foi o primeiro presidente), HBO, ESPN Brasil, Bravo Brasil, entre outros. Foi membro do conselho de administração da ESPN Brasil, HBO Brasil, Comitê de Programa Galaxy América Latina, Membro da Associação Brasileira Assinaturas Televisão (ABTA).

Marcos Mendonça (Produtor) – Advogado pela USP. Em sua gestão como Secretário de Estado da Cultura do Estado de São Paulo (1994/2002) criou a Sala São Paulo, o Memorial do Imigrante e reestruturou a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Iniciou a implantação do Museu da Língua Portuguesa e do projeto Guri. Presidente da TV Cultura (2003/2007) criou a TV Rá Tim Bum, primeira emissora, para crianças, com produções exclusivamente brasileiras. Autor da lei que criou a Loteria da Cultura, da Lei de Incentivo ao Teatro e da Lei Mendonça. Preside a ONG INTEC- Instituto Nacional de Trabalho e Educação e Cultura e é diretor da APETESP- Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo.

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