
Vice-presidente participou de ato político no Largo do Pará, em Campinas, ao lado de Fernando Haddad, Paulo Teixeira, vice-prefeito e lideranças municipais e representantes eleitos; em entrevista à imprensa, comentou a posição do senador sobre a divulgação de informações bancárias
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O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), participou de um ato político no Largo do Pará, em Campinas, acompanhado do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), do ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira (PT), do vice-prefeito de Campinas, Wandão, do prefeito de Hortolândia, de vereadores do município e da deputada estadual eleita Mariana Conti (PSOL). Durante o evento, Alckmin concedeu entrevista à imprensa e foi questionado sobre a declaração de Flávio Bolsonaro (PL) a respeito da entrega de seu sigilo bancário. O evento aconteceu nessa manhã desta quarta-feira (21).
Flávio Bolsonaro afirmou que só entregará seu sigilo bancário se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também abrir as informações relacionadas ao cartão corporativo da Presidência da República. Questionado sobre a posição do senador, Alckmin classificou a resposta como mais uma desculpa do adversário.
A declaração ocorre em meio à repercussão da cobrança pela divulgação de informações financeiras de Flávio Bolsonaro e à tentativa de transferir o debate para os gastos presidenciais. Até a tarde de terça-feira (20), a campanha do senador avaliava como responder à situação, considerada por aliados um movimento de Lula para pressionar o adversário politicamente.
O episódio acrescenta um novo capítulo à disputa eleitoral e coloca em evidência o embate entre os dois campos políticos sobre transparência e divulgação de informações financeiras. A comparação entre o sigilo bancário de um senador e os gastos do cartão corporativo da Presidência envolve dados de natureza distinta, cuja divulgação depende das regras legais aplicáveis a cada caso.
O Jornal Local não teve acesso, até o momento, a uma manifestação detalhada da campanha de Flávio Bolsonaro sobre a declaração de Alckmin no Largo do Pará.


