Os três alunos que prestaram o vestibular obtiveram as maiores notas
Gabriela Germano, Jonas Hory e Carolina Canteli foram aprovados no vestibular da Unicamp 2009 obtendo as três maiores notas. Gabriela obteve a nota máxima e Jonas teve 9,7. Carolina prestou o vestibular de treineira, mais com sua nota, seria aprovada para o curso de Dança da Universidade de Campinas. Os três dançarinos são alunos do Instituto de Artes Luana Lopes, em Sousas.
A Faculdade de Dança da Unicamp é considerada uma das melhores do Brasil. São no total cinco faculdades públicas que oferecem este curso. Com isso, o ingresso se torna mais difícil, já que alunos de todo o Brasil prestam a prova. Além disso, a universidade oferece apenas 25 vagas.
“Estamos realmente orgulhosos, trabalhamos arduamente nesta tarefa deliciosa que é o ensino da dança, e ver um resultado como este é realmente estimulante e motivador. É o reconhecimento de um trabalho sério, íntegro e honesto”, comenta Luana Lopes, proprietária do Instituto.
O Instituto, que tem apenas 14 anos de existência, festeja a oficialização de uma Companhia de Dança semi-profissional. Em fase de adaptação e organização o grupo de dança, que emocionou o público em novembro com o espetáculo “Um pouco de Fernando Pessoa”, se prepara para alçar vôos mais altos. A partir deste semestre o grupo pretende realizar apresentações fora de Campinas.
A companhia está se moldando à nova realidade. A carga horária de aulas aumentou, assim como ensaios e produções. Preparam-se também para captar recursos – patrocínios e apoios financeiros.
“É um orgulho para Sousas ter a Luana aqui! Emociona-nos lembrar de quando ela começou a dar aulas em sua casa, é uma menina batalhadora, sempre alegre e disposta e, além de ajudar a comunidade com a enorme quantidade de bolsas de estudo que oferece, sempre esteve ao lado da Sociedade Italiana apresentando seu grupo de dança folclórica, sem contar a turma de dança italiana da 3ª idade que ela ensina sem cobrar nada. É bacana, quem a conhece sabe e entende seu mérito” comenta Vitório Palumbo, presidente da Societá Italiana Lavoro e Progresso.
Juliana Furtado




