O novo subprefeito de Sousas, Nelson Cayres, terá grandes desafios em sua administração. Faltam funcionários e máquinas para fazer os trabalhos de limpeza, podas de árvores e limpeza do distrito.
Além da escassez de mão de obra, o subprefeito vai enfrentar o período das chuvas e consequentemente as enchentes que todo ano atormenta a vida de moradores, principalmente os residentes do Loteamento do San Conrado e Jatibaia. São mais de 10 mil moradores que ficam ilhados neste período do ano.
Segundo Cayres, ele está tentando amenizar o problema o máximo possível com a limpeza de bueiros. O subprefeito ainda pede a colaboração dos moradores para que não joguem lixos e entulhos, pois entopem as bocas de lobo e não há por onde escorrer a água.
Como medida preventiva, a subprefeitura recorreu ao desassoreamento da cabeceira da ponte Mário Garnero. Somente nesta força tarefa, foram retirados 40 caminhões de utensílios domésticos, colchões, jogados no córrego Ribeirão Pires. “Nós temos de sete a oito máquinas que foram emprestadas pela Sanasa para realização do trabalho. A subprefeitura não tem máquina para trabalhar e somente a limpeza não resolve se o rio estiver cheio, pois os dutos não são apropriados, são estreitos e entopem com facilidade”, afirma Cayres.
A próxima etapa de limpeza prevê o desentupimento dos dutos através de um sistema de hidrojatos que será executado por uma equipe da Prefeitura Municipal.
Em relação ao congestionamento do trânsito principalmente nos finais de semana, causado muitas vezes pelos entregadores de panfletos, o subprefeito diz que vai conversar com os donos de restaurantes para reduzir o impacto da vinda dos turistas, além de sinalizar a avenida para que a faixa da esquerda seja exclusiva para os moradores dos condomínios. “O turismo gera empregos e melhora a economia local”, conclui.
Outra demanda levantada pelo subprefeito é o aumento de flanelinhas atuando na região. Segundo ele, os comerciantes e moradores vem reclamando bastante desta prática. “Já conversei com as assistentes sociais da Prefeitura de Campinas e pedi um levantamento sobre a real situação destas pessoas para que possamos achar uma solução para encaminhá-las aos programas de governo”. Finaliza Cayres.




