
Famílias do Beco Mokarzel em Sousas não precisarão mais deixar suas residências, temporariamente, por decisão da Justiça. O juiz da 1ªVara da Fazenda Pública de Campinas, Mauro Fukumoto, reconsiderou na tarde de ontem uma determinação dada por ele mesmo, há duas semanas, de que todos deveriam deixar a área de risco em um prazo de 40 dias. A Prefeitura, que faria a retirada, alega que a região é ocupada ilegalmente e que os moradores estão em um local com alto risco de enchentes, além do beco estar em uma Área de Preservação Permanente (APP).
O secretário municipal de Habitação, Ângelo Barreto, afirmou ter encaminhado recentemente ao juiz um pedido de reconsideração pelo fato de o Executivo não ter, de imediato, a logística necessária para fazer a retirada das pessoas. E alega: “Não sei se essa decisão da Justiça foi tomada pelo nosso pedido, mas nos dá mais fôlego para tocarmos o barco em frente e trabalhar para uma solução para essas famílias”.
Alguns moradores do beco se reuniram com o secretário na sede da Companhia de Habitação Popular de Campinas (Cohab) para que uma alternativa fosse encontrada, os moradores afirmam que não se importam em deixar a área desde que permanecam em Sousas.
No último dia 11, data da primeira decisão de Fukumoto, o próprio Barreto chegou a afirmar que existia uma pressão do Ministério Público (MP) para que o local fosse desocupado com urgência. O secretário afirmou, na ocasião, que a Prefeitura já tinha montado um plano de revitalização para a área.
Famílias do Beco Mokarzel em Sousas não precisarão mais deixar suas residências, temporariamente, por decisão da Justiça. O juiz da 1ªVara da Fazenda Pública de Campinas, Mauro Fukumoto, reconsiderou na tarde de ontem uma determinação dada por ele mesmo, há duas semanas, de que todos deveriam deixar a área de risco em um prazo de 40 dias. A Prefeitura, que faria a retirada, alega que a região é ocupada ilegalmente e que os moradores estão em um local com alto risco de enchentes, além do beco estar em uma Área de Preservação Permanente (APP). O secretário municipal de Habitação, Ângelo Barreto, afirmou ter encaminhado recentemente ao juiz um pedido de reconsideração pelo fato de o Executivo não ter, de imediato, a logística necessária para fazer a retirada das pessoas. E alega: “Não sei se essa decisão da Justiça foi tomada pelo nosso pedido, mas nos dá mais fôlego para tocarmos o barco em frente e trabalhar para uma solução para essas famílias”. Alguns moradores do beco se reuniram com o secretário na sede da Companhia de Habitação Popular de Campinas (Cohab) para que uma alternativa fosse encontrada, os moradores afirmam que não se importam em deixar a área desde que permanecam em Sousas.No último dia 11, data da primeira decisão de Fukumoto, o próprio Barreto chegou a afirmar que existia uma pressão do Ministério Público (MP) para que o local fosse desocupado com urgência. O secretário afirmou, na ocasião, que a Prefeitura já tinha montado um plano de revitalização para a área.