A discussão parecia encerrada, mas o cruzamento de Guarani e Ponte Preta nas semifinais do Paulistão colocou novamente em pauta a realização (ou não) do dérbi com torcida única. Antes do clássico disputado na primeira fase, havia sido acordado que tal duelo (ocorrido no 24 de março) seria o último com a presença das duas torcidas. Porém, a história não é mais essa, e ainda deve render esta semana.
Logo após a classificação das duas equipes para as semifinais do Campeonato Paulista, na noite deste domingo, representantes de Guarani e Ponte Preta voltaram a falar sobre a questão.
“O Guarani vai bater o pé. O que ficou combinado tem que ser cumprido. Eu espero que a palavra de todos que estiveram na reunião seja cumprida. A minha palavra vale mais do que qualquer assinatura”, disse o presidente Marcelo Mingone em entrevista à Rádio Bandeirantes, referindo-se à audiência pública realizada antes do último dérbi, na Prefeitura de Campinas, com a presença dos presidentes de Guarani e Ponte Preta, Polícia e Prefeito, entre outras autoridades.
Questionado sobre o assunto, Vadão também deu a sua opinião: “Precisamos experimentar essa fórmula [com torcida única]. Houve um acordo na Prefeitura esse ano, inclusive com a participação da Ponte. Eu penso que temos que preservar primeiro a segurança, antes do resultado. Não é parte do meu trabalho esse assunto, mas houve a pergunta e não vou me omitir”.




