A categoria afirma que o programa Tolerância Zero é midiático
A Guarda Municipal de Campinas anunciou, nessa quarta-feira (31/03), paralisação de 48 horas. A categoria afirma que ocorrem casos de suicido e assassinatos de membros da corporação devido às “condições precárias de trabalho”.
Eles reivindicam atendimento psicológico aos servidores, apólice de seguros de vida, atualização no plano de carreira e mudança no esquema de patrulhamento. A guarda faz parte do programa Tolerância Zero, que combate a criminalidade e é o carro-chefe da Administração.
A prefeitura considera o movimento abusivo, pois o serviço de segurança pública é essencial e a categoria não respeitou o mínimo necessário de servidores em serviço.
A Guarda Municipal disse que os funcionários em trabalho encontram-se em “alto-estresse” e muitos deles estão doentes.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Campinas (STMC), 80% dos funcionários estão paralisados e apenas três das 35 viaturas da cidade estariam em funcionamento.
Os representantes da categoria acusam o secretário municipal de Assuntos Jurídicos, Carlos Henrique Pinto, de mudar o esquema de patrulhamento com fins eleitoreiros. Eles afirmam ainda que “a campanha Tolerância Zero não passa de um palanque midiático”.




