Suspeito, conhecido da polícia, teve identificação confirmada por perícia papiloscópica e já possui mandado de prisão com pena de mais de três anos em regime fechado

Um homem procurado pela Justiça foi identificado como autor de um furto qualificado ocorrido no condomínio residencial Pateo Atmosfera, no distrito de Sousas, em Campinas. A investigação da Polícia Civil apontou que Rodrigo Cesar Moraes Ferreira, conhecido pelo apelido de “Tujira”, teria invadido o imóvel e levado diversas joias de alto valor pertencentes ao morador Marcos Roberto Pastori. O crime foi esclarecido após diligências que incluíram depoimentos, análise de imagens de câmeras de monitoramento e identificação por meio de exame papiloscópico realizado em 2026.
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Segundo os investigadores, a confirmação da autoria ocorreu após a comparação de impressões digitais coletadas na cena do crime com registros oficiais. O laudo pericial confirmou a identidade do suspeito, que já é conhecido da Polícia Civil por envolvimento em outras investigações de crimes patrimoniais. Em casos anteriores, mandados de busca e apreensão já haviam sido cumpridos em sua residência.
O suspeito está atualmente foragido e possui mandado de prisão expedido pela Justiça após condenação definitiva pelo crime de furto qualificado. A decisão judicial determinou pena de 3 anos, 6 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado, conforme sentença proferida pela 1ª Vara Cumulativa da comarca de Amparo, no Tribunal de Justiça de São Paulo.
De acordo com o mandado de prisão, expedido após o trânsito em julgado da condenação, qualquer autoridade policial pode efetuar a captura e encaminhar o condenado ao sistema prisional, ficando ele à disposição do juízo responsável pela execução da pena.
Na investigação sobre o furto no condomínio de alto padrão, a polícia também solicitou novas medidas judiciais, incluindo representação por mais um mandado de prisão preventiva, além do indiciamento do investigado.
Entre os objetos levados na ação criminosa estão diversas joias de marcas reconhecidas no mercado, como correntes e colares de ouro, peças de grifes internacionais e um anel de diamante descrito como herança de família. A lista inclui ainda correntes de ouro branco com pedra azul, colares de pérola, brincos de ouro e peças atribuídas a joalherias como Vivara, Monte Carlo e H. Stern.
As autoridades não divulgaram o valor estimado do prejuízo, mas investigadores apontam que o conjunto das peças subtraídas pode representar alto valor financeiro e sentimental, especialmente por incluir joias de família.
A Polícia Civil segue realizando diligências para localizar o suspeito. Informações que possam ajudar na captura podem ser comunicadas de forma anônima às autoridades.




