O Subprefeito Marco Vicentini tem enfrentado muitos desafios no distrito de Joaquim Egídio. O local vem se desenvolvendo na área do turismo gastronômico e com isso, alguns moradores estão manifestando desagrados com este crescimento. Para contornar os problemas decorrentes do crescimento desordenado, Vicentini tem procurado manter contato frequente com a população, para que juntos haja trocas de ideias para possíveis soluções dos problemas que afetam a região. “A subprefeitura está de portas abertas para ouvir as pessoas e garantir a sustentabilidade do distrito”, comenta. A subprefeitura vem trabalhando em projetos para a melhoria do trânsito e da ocupação do solo. “A preocupação é com a conscientização da população para que respeitem o distrito e suas particularidades”. Afirma Marco.
Trânsito
Uma das ações da subprefeitura foi a solicitação junto à Emdec, para o ajuste das lombadas do distrito que estava fora do padrão estabelecido.
Ocupação do solo
Segundo, Marco Vicentini, a subprefeitura protocolou um ofício à Setec solicitando a fiscalização da ocupação do solo pelos bares de Joaquim Egídio. Os estabelecimentos que pagam a taxa ao órgão responsável podem ter as mesas nas calçadas respeitando o limite permitido. Caso o comércio estiver irregular a Setec terá que multar e remover os móveis.
“A população tem reclamado sobre a dificuldade de se trafegar pelas calçadas, principalmente nos finais de semana. Porém, faço o que posso para resolver as solicitações, mas dependo da fiscalização”. Conclui.
Recentemente, Joaquim Egídio vem enfrentando outro grave problema: a circulação de quadrículos. De acordo com alguns moradores, os veículos são alugados para menores de idade, além do uso irregular do espaço público, a Estação Ambiental que serve também como ponto de aluguel e estacionamento dos veículos.
Vizinhos próximos alegam que os responsáveis não tem autorização para usar o local, mas os proprietários dos veículos afirmam que já solicitaram a autorização na Emdec e Setec.
O subprefeito disse que enquanto o Departamento de Urbanismo não liberar o alvará, a empresa não pode funcionar. “É mais um caso que pedi fiscalização e aguardo a ação dos órgãos competentes”. Afirma Marco.
Estradas Vicinais
As estradas rurais de Joaquim Egídio passam por manutenção com frequência, principalmente no período das chuvas. A região mais crítica apontada pelo subprefeito é a Fazenda Santa Maria. Depois vem a estrada que liga Joaquim à Dom Pedro I, e por último a estrada que dá acesso ao Observatório Municipal de Campinas Jean Nicolini. No caso da fazenda Santa Maria, o transporte escolar é o mais preocupante, porque no período das chuvas, as crianças ficam impossibilitadas de frequentar as aulas, por causa das condições precárias da estrada. Os ônibus não conseguem chegar até o local, e a estrada não pode ser asfaltada porque o Meio Ambiente não permite.
Atuação do OP no distrito
Uma das pautas das discussões do OP foi o projeto de asfaltamento da Rodovia Heitor Penteado que dá acesso a Dom Pedro. Segundo a Lei da APA a melhoria pode ser realizada desde que seja usado bloquetes ou paralelepípedos.
Na gestão anterior do Conselho, uma das conquistas do OP, foram a reforma do salão da subprefeitura,uma viatura da Guarda Municipal para o distrito e a construção do Centro Multifuncional.




