Amorim chegou a ser anunciada pelo presidente próprio Marin como chefe delegação da seleção brasileira feminina em Londres. No mesmo evento em que o anúncio foi feito, porém, ela disse que precisaria pensar.
Nesta sexta, Marin também anunciou o nome do novo corregedor e ouvidor de arbitragem da CBF. Edson Rezende de Oliveira, ex-delegado da Polícia Federal e ex-árbitro, será o corregedor. Já o ouvidor de arbitragem será Aristeu Leonardo Tavares, coronel da Polícia Militar do Rio de Janeiro e ex-assistente Fifa.
“Eles terão total independência. Eu espero dar um grande passo naquilo que considero de vital importância para qualquer campeonato, que é o setor de arbitragem”, afirmou Marin.
Marin ainda anunciou duas novidades para o Campeonato Brasileiro. A primeira é que os jogos do torneio também terão árbitros auxiliares posicionados ao lado dos gols. A segunda é que a CBF vai credenciar todos os jornalistas que farão a cobertura esportiva dos jogos assim como a Fifa faz na Copa do Mundo. “Queremos colocar um pouco de ordem nisso tudo.”
Marin concedeu nesta sexta-feira sua segunda entrevista coletiva desta semana. Ao contrário de seu antecessor, Ricardo Teixeira, o atual presidente da CBF tem convocado frequentemente a imprensa para dar notícias da confederação.
Nesta tarde, inclusive, Marin inaugurou um novo espaço para entrevistas na sede da CBF. Agora, jornalistas passam a ser recebidos em uma sala na sede da entidade e não mais no auditório do subsolo do prédio em que fica a confederação, no Rio de Janeiro.
“Esta sala é uma sala transformada para receber os presidentes de federações e de clubes. Deu para ampliar esta sala para atender melhor aos presidentes e, hoje, à imprensa”.




