Pela quinta vez, a Câmara de Campinas tentará a aprovação de um projeto de lei que regularize a profissão de flanelinha na cidade. Vetado pela Administração municipal nas outras ocasiões por causa de falhas legais na redação dos textos, a iniciativa deve ir à votação em primeiro turno (legalidade) na próxima semana e já encontra apoio e resistências dentro do Legislativo e do Executivo.
O projeto, de autoria do vereador Paulo Galtério (PSB), prevê que os guardadores de carros terão de se cadastrar na Prefeitura para exercer a atividade, ter mais de 18 anos e não possuir antecedentes criminais. O ”flanelinha” estará proibido de cobrar qualquer taxa dos motoristas, ficando a critério do proprietário do automóvel pagar pelo serviço de guarda do carro. O texto também determina que o flanelinha utilize colete reflexivo, crachá de identificação e tenha que pagar uma taxa, ainda a ser definida, para o registro funcional.
Segundo Galtério, a iniciativa pretende diminuir os casos de motoristas que se sentem coagidos a ter de pagar pelo serviço dos guardadores de carro para não ter os automóveis danificados.




