Fiscais da Setec (Serviços Gerais de Campinas), autarquia responsável pelo responsável pelo uso do solo na cidade, com o apoio de cem guardas municipais, iniciaram na tarde desta terça-feira (12) a remoção de barracas do camelódromo na área do Terminal Central. A operação terminou por volta das 19h15 com balanço de sete boxes serrados e retirados da área. Não houve conflito entre os vendedores ambulantes e GM.
Na segunda-feira (11), os promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) encaminharam para a Promotoria da Cidadania um relatório sobre o camelódromo de Campinas, para que seja apurado se houve omissão dos presidentes da Setec, que estiveram no cargo desde 2007.
O relatório aponta irregularidades no camelódromo, entre elas a venda de produtos piratas e sem nota fiscal. Os promotores alegam que o espaço público vem sendo utilizado de forma criminosa há anos, sem que o poder público tome qualquer tipo de providência.
A prefeitura já havia sido notificada pelo Ministério Público no final de junho para cassar todas as autorizações concedidas aos camelôs que vendem mercadorias ilícitas, mas até esta terça-feira, nada havia sido feito.




