O Orçamento Participativo nasceu na gestão do ex-prefeito Toninho (PT), e tornou-se a bandeira de outros prefeitos que vieram de lá prá cá. A idéia era democratizar o orçamento municipal, definir as prioridades de investimento na cidade, a prática e o exercício da cidadania.
Na última gestão foram elencadas cinco demandas como prioridade de investimento; a pavimentação, serviços públicos e saúde.
Na época, outros temas foram levantados pelos moradores como a manutenção das estradas vicinais, intensificação na fiscalização do solo público e intervenção no trânsito nos finais de semana.
A assembléia do biênio 2014/2016 está marcado para acontecer no dia 8 de maio em Sousas e 9 em Joaqui Egídio.
O cronograma de atividades consta no calendário de assembleias regionais e temáticas do Orçamento Participativo, como divisão de grupos de trabalho assessorado por representantes das secretarias responsáveis pelos temas elencados.
Participação direta
O OP nasceu de experiências de democracia participativa na região Sul do Brasil, em meados dos anos de 1980, e hoje vigora em diversos municípios brasileiros, de portes variados, e até já se expandiu para alguns lugares da América Latina e Europa.
Pelo processo, as comunidades se organizam para discutir, a partir de suas necessidades, as formas de arrecadação e as prioridades de investimentos da Prefeitura, previstas no orçamento municipal de cada ano.
Em Campinas, o OP existe desde 2001. O Conselho do OP é composto por 103 representantes de regiões e segmentos de interesse socioeconômicos.
- Saúde, pavimentação e serviços públicos são as principais reivindicações dos moradores
Representantes de Sousas: Aparecido Ferreira da Silva; Cristovão Alves da Costa- J.Egídio: Doraci Correia de Almeida e Rodrigo Valentin Zamaro.
Representantes de J.Egídio: Dorcas de Oliveira Ribeiro, Antônio Carlos Mercadante, Vicente Teodoro Sousa e Maria da Piedade Eça de Almeida





