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sexta-feira, março 13, 2026
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Júri em Campinas julga dupla acusada de matar professor após briga em boate

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Acusados voltaram armados ao local após serem expulsos; julgamento pode se estender até quarta-feira

O júri popular dos dois homens denunciados pelo assassinato do professor Wellington Fernando Aparecido Mariano, 26, e pela tentativa de homicídio de duas jovens teve início na manhã desta terça-feira (24), em Campinas. O crime ocorreu diante de uma boate do Cambuí, em novembro de 2023, após uma briga dentro do estabelecimento.

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Os réus, Gustavo Constantini de Queiroz — preso preventivamente — e André de Oliveira Cruz — que responde em liberdade — são acusados de homicídio qualificado e duas tentativas de homicídio. De acordo com a investigação conduzida pela Polícia Civil e confirmada em documentos anexados ao processo, ambos foram retirados da boate por funcionários após um desentendimento e retornaram em seguida, quando disparos foram feitos contra pessoas que estavam na calçada. Wellington morreu no local. Duas jovens, de 22 e 23 anos, foram atingidas, socorridas e sobreviveram. As vítimas, segundo as apurações, não tiveram participação na briga inicial.

O crime ocorreu diante de uma boate do Cambuí, em novembro de 2023, após uma briga dentro do estabelecimento.. Foto Divulgação redes sociais

O julgamento ocorre na 1ª Vara do Júri e, pela complexidade do caso e número de testemunhas convocadas, pode se estender até quarta-feira. A defesa de André sustenta que ele não tinha conhecimento de que Gustavo portava arma e pede sua absolvição. A defesa de Gustavo não apresentou manifestação pública até o início da sessão. Familiares de Wellington acompanham a sessão e afirmam esperar uma condenação que considerem proporcional à gravidade do crime.

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