Paralisados desde o ultimo dia 8 de março, eles reivindicam 34% de aumento
Os professores da rede estadual de ensino do Estado de São Paulo decidiram manter a greve por tempo indeterminado. A decisão foi feita na ultima sexta-feira (19/03), quando ocorreu uma assembléia no vão do MASP na avenida Paulista.
Os professores estão em greve desde o dia oito de março. Eles reivindicam 34,4% de reajuste salarial e o fim da prova que os avaliam.
De acordo com a APEOESP (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo), a proposta, feita pelo governo, de incorporar as gratificações ao salário cria um reajuste de 0,27% para professores até a 4ª série do ensino fundamental, e 0,59% para os professores da 5ª série do ensino fundamental ao ensino médio.
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo afirma que não há condições econômicas para manter o aumento exigido. Segundo ela, os professores que aderiram a greve terão descontos no salário.
A APEOESP de Campinas afirmou que cerca de 25 escolas estão totalmente paralisadas. Em todo o estado, a adesão foi de 60%, segundo o sindicato. O outro levantamento será divulgado amanhã.
Na última sexta-feira, a Escola Estadual Dr. Tomás Alves, no distrito de Sousas, esteve totalmente paralisada. Hoje, as aulas aconteceram normalmente e os professores que estavam em greve retornaram às aulas.
Na quinta-feira, às 15h, haverá uma assembléia em frente ao Sindicato dos Bancários, na Rua Ferreira Penteado, na sexta-feira, os professores farão protestos em frente ao Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.




