CARTOLA: O ANAFALBETO GENIAL

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A genialidade é que podemos denominar como sendo uma dádiva, e não uma conquista. Cartola era praticamente anafalbeto, mas mostrou sua genialidade através da arte.

Existem na realidade duas espécies de potencial: os primeiros são dos criadores e os segundos são dos que conseguem absolver a criatividade alheia. No mundo da arte podemos citar como exemplo Mozart e do segundo Nelson Freire. E isto existe em todas as facetas do conhecimento humano e não somente no universo das artes.

Realmente na economia temos Keynes, um poço profundo e original de teorias econômicas, mas deparamos também com Antonio Kandir um decano que absorver todos os conhecimentos possíveis da área econômica. E realmente no mundo jurídico temos Kelsen e a figura exponencial do segundo exemplo o Min. Nelson Jobim. Na medicina temos Hipocrates e como ultimo na região o Dr. Enio. Na política temos a genialidade teórica de Marx e o pragmatismo maquiavélico de Stalin.

Entendemos que a vida nos proporciona está dubiedades de potencialidades, ou que cria e o que absolve a criatividade alheia com facilidade. O importante é ressaltar que os vaga lumes, ou seja, aqueles que têm luz própria clareiam os mistérios e obscuridades humanas, formando uma termelétrica para ampliar as invenções a favor da humanidade.

Minha futura mulher que tem dote para o casamento está pensando seriamente em fazer faculdade de letras para corrigir meus textos. E eu um apaixonado pelo conhecimento lamento realisticamente na adolescência não ter participado da taça São Paulo de futebol Junior. Talvez lá pudesse acontecer o que hoje mim frustra não ter tornado um jogador de futebol um pouco acima da media.

JUAREZ ALVARENGA

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