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sexta-feira, abril 24, 2026
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FUP defende extensão de medidas da Petrobrás para evitar disseminação do coronavírus entre trabalhadores

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As medidas devem abranger trabalhadores de petroleiras privadas e de prestadoras de serviço.

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) está preocupada com as medidas divulgadas pela Petrobrás para evitar a disseminação da COVID-19 entre seus trabalhadores. Por isso, a entidade defende que a medição de temperatura feita atualmente em petroleiros que vão embarcar para as plataformas, bem como o preenchimento de formulário sobre condições de saúde e deslocamentos recentes, sejam feitos também na entrada das bases em terra e no transporte coletivo. As medidas devem abranger trabalhadores de petroleiras privadas e de prestadoras de serviço.

A entidade ainda reivindica a padronização dos procedimentos em todos os aeroportos onde há embarque e desembarque de petroleiros que trabalham em plataformas offshore. Nesses locais, a FUP sugere que as medições de temperatura sejam feitas desde a entrada do saguão dos aeroportos, e não apenas no momento do embarque para a plataforma, como tem ocorrido.

Outra reivindicação diz respeito à recomendação, já adotada pela Petrobrás, de que seus trabalhadores evitem viagens aéreas. Para a FUP, essa medida deve ser estendida aos petroleiros que precisam desse tipo de transporte para chegar aos seus locais de embarque, dispensando-os, assim, do trabalho presencial.

Mesmo com a adoção imediata dessas medidas, a FUP aponta que será preciso avaliar sua eficiência conforme o progresso da COVID-19 no Brasil. Isso poderá exigir outras estratégias para evitar ou minimizar a disseminação do coronavírus entre os petroleiros, sobretudo entre os que trabalham nas plataformas offshore. Por causa das novas medidas da Petrobrás para conter o avanço do coronavírus entre seus trabalhadores, a reunião entre a empresa e a FUP para discutir reivindicações relativas ao interstício e ao relógio de ponto, que estava marcada para esta terça-feira (17/3), foi adiada, ainda sem nova data de realização.

A China é o país que mais cresce em número de exportações mundiais de serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC),  com um volume de crescimento de 349% em 10 anos.

A informação faz parte do primeiro estudo “Insight Report” realizado neste ano pela Assespro-Paraná em parceria com o Departamento de Economia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que analisou dados divulgados pela Organização Mundial do Comércio (OMC) entre os anos 2010 e 2018.

No período, as exportações mundiais de serviços de TIC tiveram um crescimento de 83%.

Levando em consideração apenas os dados de 2018, o mercado global de serviços de TIC alcançou a cifra aproximada de 606 bilhões de dólares. Desse montante, 78% corresponderam a serviços de computação, 16% de telecomunicações e 6% de informação. Nesse ano, a Irlanda liderou a participação em exportações, com uma fatia de 17% do mercado. A Índia ficou em segundo, com 10%, seguida da China, com 8%.

O estudo da Assespro-Paraná mostra ainda que, entre os países da América do Sul em 2018, o Brasil conquistou 43% de participação do mercado de exportação, o que representa cerca de 2 bilhões de dólares. Em segundo lugar ficou a Argentina, com 33% do mercado.

“Já se levarmos em conta os países da porção meridional da América, a participação é bastante modesta, com apenas 1% do total das exportações mundiais”, comenta Victor Manoel Pelaez, professor do Departamento de Economia da UFPR que está à frente dos Insights Reports produzidos pela Assespro-PR.

Quando o assunto é importação, em 2018 os Estados Unidos dominaram o mercado no setor de TIC, com a participação de 7% no total mundial. A Alemanha aparece em segundo com 6%, seguida da China com 4%.

Os países da América do Sul tiveram pouca representatividade também na importação em relação ao mercado mundial, com apenas 1% do total. Desse 1%, o Brasil teve uma parcela de 59%. A Argentina ficou em segundo lugar com 16%, seguida da Colômbia com 10%.

Entre 2010 e 2018, a China foi o país que apresentou uma taxa de crescimento maior entre os principais importadores de serviços de TIC. A taxa de crescimento chinesa foi de 479%, cerca de seis vezes superior a da média mundial, que foi de 83%. Já o Brasil ficou abaixo da média, com uma taxa de 20% de crescimento das importações.

O relatório completo está disponível no site da Assespro-Paraná: https://www.assespropr.org.br/insights-report-2020/

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