
O feriado de Corpus Christi de quinta-feira, que será prolongado para boa parte dos paulistas, promete ser muito diferente dos típicos feriadões brasileiros. A crise de abastecimento gerada pela greve de caminhoneiros deve levar muita gente a mudar a mudar os planos para os próximos dias.
Segundo a CCR, que administra rodovias que ligam o interior à capital, como Anhanguera, Bandeirantes, Castello Branco e Raposo Tavares, além da via Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro, os fluxos de veículos não podem ser previstos por causa da greve dos caminhoneiros.
A Ecovias, administradora do sistema Anchieta-Imigrantes, que liga a capital ao litoral sul, não conseguiu estimar o número de veículos que devem trafegar pelo sistema, mas disse que a média diária de passagem de veículos caiu 57% desde o começo dos protestos, em 21 de maio. A Ecovias destacou ainda que “se mantém preparada para possível aumento na movimentação de veículos durante o feriado”.
A Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) afirmou que também não poderia estimar o tráfego nas rodovias durante o feriado de Corpus Christi “em virtude das condições atípicas provocadas pela greve dos caminhoneiros”.




