Procuradoria aponta falhas em diligências e manda aprofundar apuração

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro decidiu reabrir a investigação contra o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) e outras 25 pessoas por suspeita da prática de “rachadinha” em seu antigo gabinete na Câmara Municipal do Rio. A determinação partiu da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), que apontou a necessidade de novas diligências para esclarecimento dos fatos.
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Segundo parecer da Assessoria Criminal da PGJ, o prosseguimento da apuração é considerado essencial para a adequada elucidação do caso. O entendimento é de que a investigação anterior não teria esgotado medidas investigativas relevantes.
A suspeita envolve possível retenção de parte dos salários de assessores parlamentares, prática conhecida como rachadinha, que já foi alvo de outras investigações no estado do Rio de Janeiro. Com a reabertura, o Ministério Público deverá determinar novas diligências, incluindo análise de movimentações financeiras e eventual reavaliação de provas já colhidas.
A defesa de Carlos Bolsonaro ainda não se manifestou publicamente sobre a decisão de reabrir o procedimento investigatório. O ex-vereador nega irregularidades.




